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Segunda-Feira, 07 de abril de 2014

120 dias de Sodoma retornam à França

 
O manuscrito de uma das mais famosas obras do mundo, Os Cento e Vinte Dias de Sodoma, retorna à França depois de décadas de confusão. Roubado em 1982 e alvo de disputa por duas famílias por muito tempo, foi comprado por 7 milhões de euros por Gérard Lhéritier, presidente do Museu de Cartas e Manuscritos. Foram três anos de negociação até conseguir levá-lo de volta ao país de origem.

O livro foi escrito em 1785 em uma cela da famosa prisão da Bastilha (sim, essa mesmo) por Donatien Alphonse François de Sade, o Marquês de Sade. Repleto de perversões sexuais (cuja prática levara o Marquês à prisão), o livro estava escondido entre as pedras da cela de Sade, que imaginou ter perdido sua obra após o incêndio da prisão. Por sorte, o manuscrito foi encontrado e guardado. Manuscrito, aliás, que mede metros, pois o autor escrevia em pequenas folhas e as unia em forma de pergaminho para que não fossem encontradas pelos seus captores.

Polêmico, o livro narra a história de quatro homens que se trancam em um castelo com 40 homens e mulheres para submetê-los a centenas de abusos e violências que incluiam desde orgias à prática da coprofilia. Foi vendido ao Marquês de Villeneuve-Trans e conservado por sua família até o final do Século XIX, quando foi vendido ao psiquiatra Iwan Bloch, que o publicou em 1904. Em 1976, a obra serviu de inspiração ao filme Saló ou Os 120 Dias de Sodoma, de Pasolini, até hoje proibido em diversos países.

Graças não apenas à obra recheada de sexo e violência (normalmente juntos), mas também à vida do marquês, o termo "sadismo" é usado para definir a excitação e o prazer obtidos pelo sofrimento alheio. Mesmo polêmico, ele influenciou escritores como Victor Hugo, Flaubert e Balzac. Agora, finalmente, a obra retorna à França no ano em que se comemoram os 200 anos da morte de Sade. As comemorações incluem a publicação de livros e cartas, além de uma exposição no importantíssimo Musée d'Orsay.


         

 
Marcadores: Artes, Cultura, História, Literatura, Polêmica
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