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Quarta-Feira, 09 de setembro de 2015

Scène Provençale Por Claudete Travi

 
Após Cours Saleya, Calanques, Moustiers Sainte-Marie e La Provence et ses Parfums, nossa aluna Claudete Travi do B1.5 encerra hoje seus posts sobre sua viagem na região administrativa da Provence - Alpes - Côte d'Azur, no sudeste da França falando sobre a Scène Provençale.


Voir le monde et partager de ses différentes manifestations est l’un des plaisirs du bien vivre. Donc, ne pas être pressé, s’arrêter, observer, percevoir, sentir et vivre chaque instant de la vie peut rendre des jours, toujours, un arc-en-ciel. Parfois, à retenir notre attention sur quelque chose apparemment simple et sans prétention nous découvrirons de nouvelles choses, inattendues et étonnamment délicates. Voilà ce qui peut arriver quand ou connaît in loco les crèches provençales et l'environnement qui les inspirent.

À flâner par les villages provençales chaque détail surprend. Mais à Fontaine-de-Vaucluse (source de vallée close), petit village qui donne son nom au département du Vaucluse, nous avons une autre possibilité de mettre en pratique l'art du bien vivre. Au chemin du village il y a une rivière des eaux cristallines appelée Sorgue qui est la plus grande source souterraine de la France, au pied d'une falaise de 230 mètres de haut. Du centre ville il est possible l’aller à la source par la côte de la rivière des eaux claires, au point de voir toutes les roches et la végétation au fond, un vrai mirroir d'eau. Et à gauche il y a des dizaines de petits restaurants, cafés et boutiques d'artisanat. Il y a aussi le musée des santons, l'usine de verre soufflé et de papier fait à la main des techniques du XVe siècle et des bâtiments historiques. Un bref parcours qui peut être fait en 10 minutes, mais sans doute ce sera nécessaire des heures.

Un torrent de crèches attire l'attention dans les rues. Et ce n’est pas par hasard que dans les villes de Fontaine-de-Vaucluse, Marseille et Aubagne il y a les plus grandes foires de crèches provençales de la France en octobre, novembre et décembre. Il y a des centaines de santons exposés dans les vitrines, dont leur taille varie de 1 à 20 centimètres, mais les plus traditionnels ont la taille d'une pouce. Ils ont commencé à être faits après la Révolution Française avec de la pâte de pain, du papier mâché, de la terre et de la cire et aujourd’hui en terre cuite.

La richesse des détails et la perfection des statues, a fait que d'autres personnages du village provençal et leurs ses anciens métiers ont été ajoutés. Les santons, se distinguent par la vérité de leurs corps et de leur visage, par la peinture et les détails de vêtements en textiles pour les plus grands. Ils sont de vrais œuvres d'art, des pièces uniques, où à chaque figure rayonne la tendresse, l’émotion, la délicatesse dans des scènes variées de la pure poésie!



Cena Provençal 

Conhecer o mundo e partilhar de suas diferentes manifestações é um dos prazeres do bem viver. Por isso, não ter pressa, parar, observar, perceber, sentir e vivenciar cada instante da vida pode fazer dos dias verdadeiros arco-íris. Às vezes, ao retermos nossa atenção em algo aparentemente simples e despretensioso descobriremos coisas novas, inesperadas e delicadamente surpreendentes. É isso que pode acontecer ao conhecer in loco os presépios provençais e o meio que os inspiram.

Ao flanar pelas vilas provençais cada detalhe surpreende. Em Fontaine-de-Vaucluse (fonte do vale fechado), pequena vila que dá nome ao departamento de Vaucluse, temos a possibilidade de colocar em prática mais uma vez a arte do bem viver. Ao caminho da vila há um rio de águas cristalinas chamado Sorgue que serpenteia a estrada. Ele tem a maior nascente subterrânea da França ao pé de uma falésia de 230 metros. A partir do centrinho dá para seguir pela beira até a nascente deliciando-se à direita com suas águas transparentes ao ponto de ver todas as pedras e vegetação do fundo, um verdadeiro espelho d'água. E à esquerda há dezenas de pequenos restaurantes, cafés, lojas de artesanato. Também há o museu dos santons, as fábricas de cristal soprado e de papel feito à mão com tecnologia do século XV e prédios históricos. Um percurso curto que pode ser feito em 10 minutos, mas sem dúvidas este levará horas.

Uma torrente de presépios chama a atenção ao longo das ruelas. E não é por acaso, pois Fontaine-de-Vaucluse junto com Marselha e Aubagne realizam as maiores feiras de presépios provençais da França nos meses de outubro, novembro e dezembro. Há centenas de santons expostos nas vitrines. Seu tamanho varia de 1 a 20 centímetros, mas os tradicionais têm o tamanho de um polegar. Eles começaram a ser feitos após a Revolução Francesa com massa de pão, papel machê, terra e cera até chegar aos atuais feito de terracota. A riqueza dos detalhes e sua perfeição fez com que outras estatuetas, além da cena da Natividade surgissem como as personagens que fazem parte da aldeia provençal e seus antigos ofícios. Nos santons, se destacam a veracidade dos traços corporais e faciais, a pintura e a minúcia das vestes têxteis nos maiores. São verdadeiras obras de arte, peças únicas, onde cada figura irradia delicadeza, emoção e ternura em variadas cenas de pura poesia.


         

         

         

         

 
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Quarta-Feira, 12 de agosto de 2015

La Provence et ses Parfums por Claudete Travi

 
 Não dá para resistir aos campos de papoulas, lavandas e girassóis que se encontram na região da Provence. Eles são uma verdadeira ode ao perfume. Assim como visitar. Le Musée International de la Parfumerie, em Grasse, conhecida como capital mundial do perfume, ou o Musée de la Lavande, em Coustellet, que ajudam a dar uma incrementada e tanto em nossa memória olfativa. Por fim, é preciso conhecer o famoso savon de Marseille e seus magníficos benefícios.
Venez voyager avec nous!

O Museu do Perfume é uma aula de história e de perfumaria, uma verdadeira imersão no universo dos perfumes. Lá é possível visitar seu belo jardim com uma infinidade de plantas das quais são extraídas les meilleurs essences de parfums du monde como a da rosa de maio, lavanda e jasmim, ah, a de limão verde é importada do Brasil! Essa descoberta pode ser feita pelo mapa de produção disponível, assim como qual o perfume em voga no ano de seu nascimento na linha do tempo da perfumaria mundial com amostras reais de todos os seus frascos, très intéressant.

Dá para falar da Provence sem falar da lavanda? Nãoooooo...No entanto, para vê-la é preciso ir até lá de junho a agosto apenas. Fora deste período, só no Museu da Lavanda pode-se sentir a intensidade de seu perfume e encontrar dezenas de produtos feitos com ele na boutique: crèmes pour les mains et les pieds, óleos de massagem e cicatrizantes, sabonetes, velas, aromatizadores, sachês para roupas e armários, chás e até miel de lavande. Aliás, há muitos tipos de lavanda, mas a mais cobiçada é a lavanda real, também chamada de “ouro azul da Provence”. O lavandin, que é um híbrido com igual beleza e muito produzido também, é de qualidade inferior para a indústria química, perfumista e cosmética. Ele é mais utilizado para a indústria de material de limpeza.

Outro produto que chama a atenção nesta região é o “savon de Marseille”. Ele está à venda dans toutes les villes. Corre à boca pequena nas lojas da região (quer dizer, hoje a internet tornou essa informação global) que 95% do sabão produzido com a indicação de “savon de Marseille” é falso. Por isso, hoje a indústria genuína do sabão está muito preocupada em manter viva sua história e autenticidade. Será que comprei um falso? 

Voilà! Não vamos discorrer por aqui sobre os meandros da indústria pirata do savon de Marseille, mas sim sobre as qualidades deste patrimônio cultural da Provence. O autêntico sabão de Marselha é um cubo de 600g, composto por 72% de puro óleo vegetal (de oliva, palma ou coco) e soda. O processo de produção é feito todo em caldeiras. O ciclo completo de fabricação demora em torno de 80 horas, com a pasta sendo mantida fervendo de 8 a 10 horas ao dia e descansando à noite. Até ficar pronto ele passa por cinco etapas: a saponificação; o acréscimo da soda; a lavagem em água salgada e várias em água doce; retirada do líquido em excesso por decantação e, por fim, mais uma ebulição. Para chegar a forma final, após a ebulição ele fica em repouso de 18h a 48h, depois é extrusado em série para tornar a massa homogênea - esse processo dura 2 dias - e colocado em matrizes para depois de sólido ser cortado em cubos e marcado nos 6 lados.

O verdadeiro sabão de Marseille não contém conservantes ou corantes, é 100% biodegradável, hipoalergênico e antibactericida. Sua cor pode mudar ao longo do tempo e ela depende do óleo utilizado, mas pode variar do vert au brun (derivado do óleo de oliva), ou plus clair, du jaune au blanc (derivado do óleo de coco ou de palma). Ele também pode ser perfumado se a essência for incorporada após a última trituração.

Ah, Provence!!! Pays de milliers de couleurs, arômes et parfums!
         

         

         

 
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Quarta-Feira, 22 de julho de 2015

Moustiers Sainte-Marie, a cidade da Faïence - Por Claudete Travi

 
 Situado ao longo dos departamentos de Var e Alpes de Haute Provence, o Parque Natural Regional Verdon é um lugar imperdível da França. O parque abrange cerca de 180 000 hectares, distribuídos por 46 municípios, incluindo Moustiers de Saint Marie, uma pequena cidade histórica no coração do parque.

Lá encontramos a famosa cerâmica Faïence. Esta cerâmica ficou conhecida na corte da Europa depois que Luís XIV ordenou que sua louça de ouro e prata fosse derretida para reabastecer o tesouro real e adquiriu a Faïence da pequena cidade. A partir daí a cerâmica de Moustiers ganhou reputação em toda a Europa.

A cerâmica combina a força da água, do barro e do fogo para produzir peças únicas e feitas à mão.
Atualmente Moustiers conta com mais de 20 ateliers que fabricam a Faïence, perpetuando e renovando o artesanato local, muito valorizado pelos turistas.

Mas não é só a Faïence que chama a atenção em Moustiers. Também e preciso subir 262 degraus para chegar à belíssima igreja de Notre-Dame de Beauvoir, do século XII, e para apreciar a maravilhosa vista da aldeia e da região.

Ah, e não dá para esquecer da estrela dependurada entre as duas falésias em que Moustiers está situada. De longe parece uma mangedoura gigante com sua estrela no alto. Existem muitas versões/lendas sobre a origem da estrela. Vale a pesquisa, caso contrário este post será muito longo.

E para os que amam a natureza Moustiers Sainte-Marie está localizada às portas do Gorges du Verdon, um dos cânions mais profundos na Europa. É lindo! A água é de um verde esmeralda único. A paisagem é de tirar o fôlego! É um destino também para quem gosta de aventura, pois pode-se praticar escalada, rafting e canoagem. As paredes do Gorges du
Verdon estão entre as mais famosas da França e Europa para escalada. Dá para passear pelo canion do rio Verdon de pedalinho ou canoa (depois descobrimos que haviam barquinhos elétricos para alugar, com os quais teria sido possível ir bem mais longe do que nossas pernas nos permitiram com o pedalinho, rsrsrsr) para desfrutar da água cristalina e das belas paisagens que o desfiladeiro proporciona.


Texto e fotos: Claudete M. Taiarol Travi
         

         

         

         

 
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Quarta-Feira, 08 de julho de 2015

O que é uma calanque? Por Claudete Travi

 
Para espantar le froid et la pluie de notre hiver nada melhor do que viajar pelas calanques du sud de la France. Mesmo que seja virtualmente, temos certeza que você vai se aquecer com o sol, as praias e as águas de cor turquesa da região.

Mas afinal, o que são calanques?

São pequenos braços de mar que recortam o litoral ladeados por falésias calcárias, formando petites plages de águas protegidas, calmas e transparentes. Elas se estendem por cerca de 20 quilômetros entre Marseille e Cassis. Podem ser visitadas de barco a partir de Cassis ou de Marseille em passeios de grupo ou mais personalizados. É claro que fazer o passeio a partir da pitoresca Cassis, situada no coração geográfico do Parque Nacional das Calanques, é uma ótima opção. Há várias horários e roteiros disponíveis, que dependem do tempo que se tem, mas as calanques mais famosas e por consequência mais visitadas são de Port-Miou, Port-Pin, En-vau, L'Oule, Devenson, L'Oeil de Verre, Sugiton, Morgiou e Sormiou.

Mas não esqueça que Cassis é très sympathique. La petit ville é cercada pelo massif das calanques, constituído de calcário branco, formado há mais de 120 milhões de anos e pelo Cap Canaille, que tem como ponto culminante la Grande Tête, com seu pico de 394 metros. Por lá você pode passear pelo centrinho, apreciar o pequeno porto com suas casinhas coloridas e ruas cheias de gente bonita, prendre un café ou une crème glacée se preferir, tomar sol na praia grande, e, para os mais esportistas, dá para fazer caminhadas ou passeios de bicicleta para as calanques próximas ou para o topo de Cap Canaille. Ah, e dá para fazer escaladas também! Se você observar bem uma das fotos do post você encontrará alpinistas dependurados na encosta da calanque, parecendo formiguinhas de tão pequenos vistos do mar.

Bon voyage!

Texto e fotos: Claudete M. Taiarol Travi
         

         

         

 
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