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Sábado, 01 de outubro de 2016

Marilia Frosi Galvão espalhou Fagulhas pela AF

 
Marília Frosi Galvão esteve na AF no ultimo sábado, dia 24/09, para o lançamento do livro Fagulhas.

Um momento descontraído onde Marilia compartilhou a história de como começou a escrever, como surgiram as crônicas e por consequência o livro.

Marilia contou também sobre a influencia da AF em sua vida e também para o livro, bem como sobre sua primeira viagem à Paris, uma paixão se transformou em crônicas.

Uma manhã muito legal e interativa com nossa poetiza, com fotos da viagem, materiais dos lugares que ela frequentou na Cidade Luz e livros franceses que auxiliaram nessa caminhada.

Confira as fotos:
         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

 
Marcadores: AF, Cultura, Fotos, História, Marília Galvão, Viagem
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Quarta-Feira, 15 de abril de 2015

Tinta Fresca - por Marília Galvão

 

Quando um artista, pela ponta do pincel, tem a intenção de captar a luz do sol que desaparece nas águas do rio - as papoulas ao vento no campo - as cores da morte no rosto da pessoa que está morrendo, quem sabe o ensaio de uma figura em pleno ar, também os telhados sob a neve ... bailarinas em uma dança e os trens na neblina na gare, ou um baile no Moulin, o que ele quer? O que move esse artista nessa obsessão de retratar o fugaz, de correr contra o tempo para perseguir o momento que nunca se repetirá? Capturar a impressão de um instante da natureza, assim como o passar do tempo, da vida, poderia ser uma das respostas.

Por esse desejo do artista manifesto em obras de arte em pintura, não há como não se impressionar com as obras dos pintores da segunda metade do século XIX chamados impressionistas. Viveram em Paris e arredores. Conterrâneos e contemporâneos.
Grande parte de suas obras originais estão expostas em Paris, no Musée d’Orsay e no Musée de l’Orangerie. Só que há uma dificuldade enorme para quem tem a graça de estar lá, presente de corpo e alma. É muito difícil olhar sem querer tocar. Aconselho colocar as mãos nos bolsos. E ! Ahs ! E Ohs! Só em pensamento. Fotos sem flash, por favor. Incrível o que a arte faz com a gente, nos humaniza. Psiu!!!!

Pela arte eles tornaram eterno o efêmero. Eles – Claude Monet, Édouard Manet ( sim, houve confusão de nomes – Monet e Manet) Renoir, Degas, Camille Pissarro, dentre outros. Também Van Gogh, mas esse é uma outra história.( Ainda vou escrever uma carta para ele- ele é do tempo da comunicação por cartas e adorava receber as de seu irmão Theo, de Paris - e eu , na frase final de minha carta, direi – Querido Vincent - com um aperto de mão, Marilia).

A arte tem me tocado, me emociono com Monet e Renoir, em especial. Eles me fazem pensar no tempo, no passar do tempo, uma das minhas inquietudes, e me dão uma impressão de resposta, o sentimento de impermanência sempre existiu. Por que o passado é passado? Por que eles tinham que retratar o que logo seria passado? Era o que sentiam, defendiam ideias. O passar... as impressões... ora, concluo que só pode ser pura paixão. Paixão pela pintura, pela renovação, paixão por lutar pelo que acreditavam.

E esse passado em que eles viveram se torna um presente para mim. O agora é o presente, que logo deixará de sê-lo. O mundo continua a girar, dias e noites se sucedem em momentos, instantes fugazes. Segue o baile, segue a vida. Não há como deter. Mas, creio que eles encontraram uma forma de fazer isso, por isso os considero tão contemporâneos, tão vibrantes, mostram a vida como ela é, nos movimentos das pinceladas, nas cores e nas sombras claras, vida... vida em movimento, com alegria. Talvez daí a impressão errada de obra inacabada. Os olhos captam a rapidez dos movimentos e as cores se complementam e a emoção expressa o indizível da obra de arte.

Atrevo-me a expor um breve pensamento – se o leitor imaginar que esse texto não diz tudo, ou que é impressionista, que há espaços para que ele possa refletir, maravilha!!

Como? Eu? Se eu também pinto? Sim, tenho batons de várias cores.


Marília Galvão
         

 
Marcadores: AF, Artes, Cultura, História, Literatura, Marília Galvão, Pintores, Resenha
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