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Quarta-Feira, 08 de abril de 2015

Adieu Berthe - por Cesar Mateus

 
 Depois de um período quando fui mandado para Sibéria por motivos ocultos (une saison en enfer, diriam alguns) eis que volto para comentar de modo selvagem sobre a França, o Ser e as Coisas. Agradeço todas as manifestações (uma) que exigiam minha volta a esse nobre espaço do mundo virtual (na verdade foi um primo de quarto grau que eu subornei, detalhes apenas). Assim nada como começar uma nova série por um tema que agrada a tantos: a Morte.



 



Adieu Berthe

Começamos pelo começo, Berthe morreu e ela era avó do protagonista o qual se vê na missão de dar a falecida um funeral decente. Nada demais. O problema que Armand (Denis Podalydés, o tal neto desnaturado), como eu poderia dizer, não é gente séria. Convenhamos, ninguém que anda em um patinete motorizado pode sequer delirar com tal adjetivo e para piorar ele é mágico amador e aqui é necessário um novo parágrafo.

Cesar Mateus
         

 
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Sexta-Feira, 13 de junho de 2014

A culpa é do Fidel - por Cesar Mateus

 
Nosso colunista Cesar Mateus está de volta, dessa vez botando a culpa no Fidel. Bem, na verdade falando sobre o filme A culpa é do Fidel (2006), de Julie Gavras. Confira!

A culpa é do Fidel



Quando me indicaram esse filme eu pensei “ih me descobriram”. Já me imaginei tendo que escrever sobre materialismo histórico ou sobre uma penca de historiadores franceses que ninguém lê, mas que todo mundo cita (eu inclusive). Foi com pavor que eu vi surgir os créditos iniciais. Estava perdido.

Novamente me passaram a perna, posso até ver a cena: “enganamos ele de novo”, e risos e mais risos. Tudo isso porque La faute à Fidel não faz juízo de valor ao ex-todo poderoso de Cuba.

E onde está a Culpa? Quando a pequena Anna (Nina Kervel) se vê desprovida de suas regalias ela procura respostas. E ela é fácil, a culpa dos barbudos. E eles estão por toda a parte, nos comerciais, na entrega do Oscar, na faculdade e até aqui nessa coluna! Sim! Já que quem as escreve também porta uma barba, um tanto quando horrenda, mas ainda é uma barba. É contra eles que Anna vai lutar para ter seu quarto, seu pônei, seus vidros de Nutella e seu álbum de figurinhas da copa de volta.

A culpa é do Fidel é isso, uma pequena fábula sobre a capacidade de adaptação, valores e legado que desejamos deixar para o mundo, mas tudo isso passa despercebido quando acompanhamos Anna fazendo cara feia para alguma gororoba vietnamita. E quem não faria? Pobre é do Fidel que ficou com a culpa toda.

Cesar Mateus
         

 
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Quarta-Feira, 14 de maio de 2014

Os Incompreendidos - por Cesar Mateus

 
Nosso colunista Cesar Mateus, após seu aparente desaparecimento, retornou do além e já nos mandou mais uma resenha. Dessa vez, sobre o filme Os Incompreendidos (1959), de François Truffaut. Vamos à resenha!

Os Incompreendidos



Um pouquinho de história. Há cerca de sessenta anos o cinema francês vivia uma crise, estava pleno de melodramas baseados em livros de qualidade duvidosa. Em uma revista chamada Cahiers du Cinema, um grupo condenava esse tipo de filme e criava o termo cinema de autor. Quando esses escritores resolveram fazer os seus próprios filmes, a França e o mundo ficaram conhecendo o que seria a Nouvele Vague. Grande coisa, todo mundo já sabia disso.

E todo mundo sabe que o primeiro filme de François Truffaut, Os Imcompreendidos (les 400 coups), fez parte dessa leva e foi responsável por criar a sua (justificada) fama. Mas afinal, o que esses filmes têm de tão bom? Primeiro é preciso separar Truffaut dos seus pares, afinal ele está longe de ser um diretor hermético, nenhum dos seus filmes possui grandes invenções técnicas, montagens cheias de firulas e outros truques. Não, Truffaut é linear, ele conta histórias como seus velhos mestres. Às vezes histórias complicadas, dramáticas, bobinhas ou românticas. E como um bom contador de histórias ele começa pela infância. E então finalmente chegamos aos Incompreendidos.

Ao contrário do nosso querido petit Nicolas, Antoine Doinel (Jean-Peirre Léaud) não é um garoto bacana, na verdade ele é só um mec comum que não consegue entender os chiliques dos professores e as crises éticas dos seus pais. Para ele, esses adultos são tão inconsequentes como seus colegas. E, para extravasar essa confusão, ele comete pequenos delitos como rabiscar a parede da sala de aula, inúmeras fugas de casa, matar aula e furtar uma máquina de escrever. Talvez não pareça nada muito elaborado, mas os Incompreendidos é mais profundo do que parece.

Porém o grande triunfo do filme está no seu ator principal, mesmo com pouca idade Jean-Pierre Léaud já demonstra o grande potencial que iria transformá-lo em uma dos grandes artistas do cinema francês. Os Incompreendidos deu tão certo que Trauffaut e Léaud retornaram a história de Doinel em mais três filmes e um curta que espero no futuro falar sobre eles, pois são todos fantásticos e, mais do que tudo, compreensíveis.


por Cesar Mateus
         

 
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Quarta-Feira, 23 de abril de 2014

O Silêncio de Lorna - por Cesar Mateus

 
Embora esteja sumido há três semanas, nosso colunista Cesar Mateus nos deixou um "manuscrito inédito" que publicaremos hoje. Dessa vez, sobre o filme O Silêncio de Lorna (2008, de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne, que você confere aí embaixo.

O Silêncio de Lorna



De vez em quando as traduções dos nomes nos pegam peças, isso já foi discutido antes aqui, mas dessa vez a culpa não é dos tradutores, pois le silence de Lorna é exatamente o título original. Mas qual o problema nisso? Nenhum, fora o fato que a tal Lorna falar bastante, não só em francês. Sim, o silêncio de Lorna é poliglota.

Obviamente, existe um motivo para esse título, mas estragaria a graça do filme, por isso o enredo vai ser posto de lado, geralmente eles não prestam mesmo. Não é o caso desse aqui. Lorna é um suspense que não entrega nada em nenhum momento, cada cena existe por um motivo. Ao contrário de um sucesso do cinema francês, nenhuma das vezes que Lorna come, dorme, trabalha ou olha a paisagem é em vão e cada cena cresce de importância à medida que o filme se desenrola.

Se o filme tem Lorna no título e Lorna em quase todas as cenas, é importante que atriz tenha algum talento, e Arta Dobrishi tem de sobra. Com uma atuação longe do melodrama, ela convence em sua confusão quando a pressão vem de todos os lados. Outro destaque é Jérémie Renier, não tão conhecido do grande público. Geralmente relegado a papéis pequenos, ele deixa sua marca enquanto a atriz principal fala e fala e fala. Portanto, nada de ficar quieto ou parado e vá ver e ouvir a silenciosa Lorna.

Cesar Mateus
 
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