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Quarta-Feira, 26 de agosto de 2015

Le film Le Petit Prince por Alana Bof

 
O Pequeno Príncipe, a obra que em menos de 100 páginas encantou o mundo pela maneira simples e lúdica com que o autor apresenta assuntos complexos e filosóficos, ganhou recentemente um novo filme. É a segunda vez que o personagem mais popular de Saint-Exupéry vai parar nas telas do cinema. A primeira foi em 1974, em forma de musical. Agora, no ano em que a obra virou domínio público, a história ganhou outra versão para o cinema, no formato de animação.

Ao assistir o trailer do filme, imaginei que a presença da história paralela de uma menina poderia prejudicar a narrativa tão bem construída por Saint-Exupéry.

Na animação, esta menina tem uma vida completamente regrada por horários e metas e sua mãe tem um cronograma com todo o projeto de vida da criança. Para conseguir uma vaga na melhor escola da cidade, ela precisa mudar de casa. E é graças a essa mudança que ela conhece um senhor, seu vizinho, muito diferente das pessoas com as quais ela está acostumada a conviver. Uma mistura de sonhador e hippie, um tanto quanto acumulador. Acredito que esse personagem seja uma referência ou homenagem ao próprio Saint-Exupéry, considerando a paixão pela aviação, semelhança marcante entre o personagem e o escritor. É este senhor que apresenta, por meio de um avião de papel, a história do pequeno príncipe para a criança. E a partir desse momento, o filme começa a intercalar em sua narrativa as história do príncipe e da menina.

Ao contrário do que imaginei, a inserção de uma história paralela valorizou ainda mais o conto do Pequeno Príncipe.

Apesar de ser vendido como um filme para crianças, especialmente por ser uma animação, a produção traz as mesmas reflexões profundas do livro, a essência da filosofia de Exupéry, estimula reflexões e faz críticas sutis à sociedade. Ao mesmo tempo, a utilização do stop motion para retratar a história do príncipe traz leveza à produção, e a linguagem simples permite a compreensão infantil.

Em suma, o filme é imperdível, tanto para aqueles que já são fãs do menino aventureiro dono de um planeta, quanto para os que (ainda) não leram o livro. E para os estudantes de francês, é mais imprescindível ainda, já que o áudio original é no idioma nativo do autor dessa obra tão célebre da literatura francesa.
         

         

         

 
Marcadores: AF, Animação, Cinema, Cultura, Dicas, Ilustrações, Resenha
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Segunda-Feira, 17 de novembro de 2014

Deu pra ti

 
Sabe aquela música famosa que diz "deu pra ti, baixo astral, vou pra Paris, tchau!"? Ok, ela não é bem assim, a cidade da música tá um tantinho longe de Paris, mas o sentimento é o mesmo. Ou pelo menos o fashionista britânico Clym Evernden estava exatamente nesse sentimento quase resolveu homenagear os 20 anos do Eurostar, o trem de alta velocidade que liga Londres com Paris.

O mais interessante do Eurostar é que ele atravessa o canal da Mancha passando pelo Eurotúnel, e, se você mora em Londres, pode fazer suas compras em Paris como quem vai até o centro passear no shopping. Imagina que interessante você marcar um chá da tarde com um amigo em um café em outro país e chegar lá em pouco mais de uma hora apenas pegando um trem?

Coisas que se vê na Europa. Exatamente por isso o famoso desenhista fez sua homenagem; um desenho de um viajante em plena estação rumo à Paris. Provavelmente a viagem foi ótima, já que o conforto do Eurostar é unanimidade entre os usuários. Se depender só do design do trem, a gente nem precisa experimentar para acreditar!
         

 
Marcadores: AF, Curiosidades, Design, Ilustrações, Moda, Turismo, Viagem
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Quarta-Feira, 19 de fevereiro de 2014

Aquarelas originais d'O Pequeno Príncipe expostas em NY

 
Antoine de Saint-Exupéry escreveu um único livro infantil em sua vida. E foi suficiente. "O Pequeno Príncipe" foi um dos livros mais lidos de todos os tempos. Favorito das misses, o clássico inspirou - e continua inspirando - gerações de leitores por todo o mundo.

Poucos sabem, no entanto, que o célebre francês escreveu o livro nos Estados Unidos, após deixar a França em consequência da invasão nazista. Em 1943, Saint-Exupéry entregou à amiga Silvia Hamilton um saco de papel marrom. Dentro dele, estavam os manuscritos e desenhos de sua obra. Um ano depois, o francês, que era piloto, desapareceu enquanto pilotava um avião durante uma missão militar. Tinha apenas 44 anos. Dois anos depois, o livro foi publicado.

Os manuscritos originais, que um dia estiveram dentro de um saco de papel marrom, estão hoje em Nova Iorque, em uma exposição que vai até o dia 27 de abril. O foco da mostra são as origens americanas do livro. Além dos originais, alguns com manchas de café e queimaduras de cigarro, a exibição traz as 43 aquarelas originais de "O Pequeno Príncipe". Quem não tiver a chance de conferir pessoalmente, pode dar uma olhada em parte das ilustrações aqui mesmo, no tête-à-tête. Confira!
         

         

         

         

 
Marcadores: Artes, Ilustrações, Literatura
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Segunda-Feira, 12 de março de 2012

Luto no mundo dos quadrinhos

 
 No último sábado, 10 de março, faleceu uma das lendas do mundo dos quadrinhos, Jean Giraud, mais conhecido como Moebius. Qualquer fã de HQ que se preze conhece os traços do francês, responsável pelas ilustrações da série de bandes dessinées "Blueberry" (na qual assinava com o psudônimo Gir). Entre seus fãs, ninguém menos que Federico Fellini, Hayao Miyazaki e Stan Lee.

Além de "Blueberry", o artista ilustrou importantes trabalhos como "Arzach" e "Le Garage Hermétique de Jerry Cornelius". Com o pseudônimo Moebius, assinou a maior parte de suas obras de ficção científica.

No cinema, além de ver nas telas a adaptação de "Blueberry" pelo diretor francês Jan Kounen, Giraud elaborou conceitos gráficos para diversas produções, entre as quais "Blade Runner, o caçador de Andróides", "Alien, o Oitavo Passageiro" e "O Quinto Elemento".

Nascido em 1941, Jean começou a estudar técnicas de desenho aos 16 anos, na École nationale supérieure des arts appliqués et des métiers d'art, em Paris, sua cidade natal. Aos 18 publicou seus primeiros trabalhos na revista "Far West". Seus traços também enfeitaram, por dois anos, as páginas da "Coeurs valiants". Daí em diante, colecionou sucessos, sendo o mais famoso o Tenente Blueberry, cujos traços foram inspirados no ator Jean-Paul Belmondo. No final dos anos 80, deu forma ao Surfista Prateado em uma minissérie de duas edições, com roteiro de Stan Lee, que ganhou o prêmio Eisner de melhor Série Limitada em 1989.

Giraud morreu aos 73 anos, em Paris, vítima de um câncer contra o qual travou longa batalha nos últimos anos.


         

 
Marcadores: Artes, Cultura, HQ, Ilustrações, Vídeo
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