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Quarta-Feira, 15 de abril de 2015

Tinta Fresca - por Marília Galvão

 

Quando um artista, pela ponta do pincel, tem a intenção de captar a luz do sol que desaparece nas águas do rio - as papoulas ao vento no campo - as cores da morte no rosto da pessoa que está morrendo, quem sabe o ensaio de uma figura em pleno ar, também os telhados sob a neve ... bailarinas em uma dança e os trens na neblina na gare, ou um baile no Moulin, o que ele quer? O que move esse artista nessa obsessão de retratar o fugaz, de correr contra o tempo para perseguir o momento que nunca se repetirá? Capturar a impressão de um instante da natureza, assim como o passar do tempo, da vida, poderia ser uma das respostas.

Por esse desejo do artista manifesto em obras de arte em pintura, não há como não se impressionar com as obras dos pintores da segunda metade do século XIX chamados impressionistas. Viveram em Paris e arredores. Conterrâneos e contemporâneos.
Grande parte de suas obras originais estão expostas em Paris, no Musée d’Orsay e no Musée de l’Orangerie. Só que há uma dificuldade enorme para quem tem a graça de estar lá, presente de corpo e alma. É muito difícil olhar sem querer tocar. Aconselho colocar as mãos nos bolsos. E ! Ahs ! E Ohs! Só em pensamento. Fotos sem flash, por favor. Incrível o que a arte faz com a gente, nos humaniza. Psiu!!!!

Pela arte eles tornaram eterno o efêmero. Eles – Claude Monet, Édouard Manet ( sim, houve confusão de nomes – Monet e Manet) Renoir, Degas, Camille Pissarro, dentre outros. Também Van Gogh, mas esse é uma outra história.( Ainda vou escrever uma carta para ele- ele é do tempo da comunicação por cartas e adorava receber as de seu irmão Theo, de Paris - e eu , na frase final de minha carta, direi – Querido Vincent - com um aperto de mão, Marilia).

A arte tem me tocado, me emociono com Monet e Renoir, em especial. Eles me fazem pensar no tempo, no passar do tempo, uma das minhas inquietudes, e me dão uma impressão de resposta, o sentimento de impermanência sempre existiu. Por que o passado é passado? Por que eles tinham que retratar o que logo seria passado? Era o que sentiam, defendiam ideias. O passar... as impressões... ora, concluo que só pode ser pura paixão. Paixão pela pintura, pela renovação, paixão por lutar pelo que acreditavam.

E esse passado em que eles viveram se torna um presente para mim. O agora é o presente, que logo deixará de sê-lo. O mundo continua a girar, dias e noites se sucedem em momentos, instantes fugazes. Segue o baile, segue a vida. Não há como deter. Mas, creio que eles encontraram uma forma de fazer isso, por isso os considero tão contemporâneos, tão vibrantes, mostram a vida como ela é, nos movimentos das pinceladas, nas cores e nas sombras claras, vida... vida em movimento, com alegria. Talvez daí a impressão errada de obra inacabada. Os olhos captam a rapidez dos movimentos e as cores se complementam e a emoção expressa o indizível da obra de arte.

Atrevo-me a expor um breve pensamento – se o leitor imaginar que esse texto não diz tudo, ou que é impressionista, que há espaços para que ele possa refletir, maravilha!!

Como? Eu? Se eu também pinto? Sim, tenho batons de várias cores.


Marília Galvão
         

 
Marcadores: AF, Artes, Cultura, História, Literatura, Marília Galvão, Pintores, Resenha
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Quinta-Feira, 20 de dezembro de 2012

Artista caxiense expõe no Louvre

 
O artista plástico Lindonei Silveira conseguiu uma façanha que não é para qualquer um. Expôs seus trabalhos no Louvre, o museu mais famoso do mundo. Ele representou o Brasil no Salon Société Nationale des Beauxs-Arts, que ocorreu na última semana. O Salon tem mais de 150 anos de tradição e reúne artistas de diversos países.

Lindonei começou ainda criança a desenhar, talento que foi desenvolvendo ao longo dos anos. Aos 19, fez sua primeira exposição individual. Anos depois, em 1991, ganhou o prêmio "Destaque Voo Livre de artes plásticas" graças a suas esculturas em madeira. O contato com a tinta acrílica veio apenas em 1995, quando desenvolveu vários trabalhos sobre papel e compensado.

Em 2001, sua obra "Planta Sideral IX - Bromélias" foi destaque na V Mostrarte de Caxias do Sul. Dois anos depois, a mostra "Arte Temática - Motociclismo" o levou ao reconhecimento internacional. Em 2006, com o projeto  "Esquinas, Cruzamentos e Encruzilhadas", conseguiu financiamento da Secretaria da Cultura e, até 2009, apresentou-o em diversos outros estados.

O convite para participar do salão no Louvre veio de Londrina, da Bahiarte Galeria de Arte. Confira as imagens de algumas obras do artista,




         

         

 
Marcadores: Artes, Cultura, Escultura, Fotos, Pintores
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Sexta-Feira, 07 de dezembro de 2012

Queridos cabelos

 
O Musée du quai Branly apresenta, até 14 de julho do próximo ano, uma exposição diferente. "Cheveux Chéris - Frivolités et Trophées" traz imagens que mostram a importância do cabelo em diversos aspectos. Não apenas no contexto da moda (que, aliás, acaba ficando em segundo plano), mas em situações de importância histórica e antropológica. Um exemplo são as mulheres que tiveram seus cabelos raspados depois da II Guerra Mundial como punição por seu envolvimento com alemães.

Claro que, como o próprio nome da exposição deixa claro, as frivolités também são marcantes, mas sob um prisma antropológico. Nesse aspecto, a ideia central é que os cabelos são uma forma de expressar a personalidade individual e coletiva. Mais que isso, são matéria-prima pronta para ser esculpida, seja para ganhar o formato típico de alguma aldeia da África subsaariana ou o toque ousado de um reconhecido cabeleireiro do mundo da moda.

Além de fotos, a exposição traz bustos, esculturas, pinturas e outros objetos interessantes. Imperdível para que passar por Paris nesse período.

 
Marcadores: Artes, Cultura, Dicas, Escultura, Fotos, História, Pintores, Turismo
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Sexta-Feira, 09 de setembro de 2011

Toulouse-Lautrec

 
Há exatos 110 anos, em 9 de setembro de 1901, morreu Henri Toulouse-Lautrec, um dos mais famosos pintores franceses e ícone do pós-impressionismo. Além de pinturas, Lautrec produziu um grande número de cartazes publicitários, sendo até hoje lembrado pelo seu talento.

Fisicamente, o francês chamava atenção por suas pernas curtas, resultado de uma doença que sofreu na infância e prejudicou seu desenvolvimento ósseo. Boêmio convicto, Henri talvez tenha sido o mais ilustre frequentador do Moulin Rouge, onde expunha suas pinturas - e que foi tema de várias de telas e cartazes do artista.

Entre as artistas retratadas por Toulouse-Lautrec estão a cantora Yvette Guilbert e a dançarina Louise Weber, La Goulue, inventora do cancan. O francês é considerado também um dos "pais" do estilo conhecido por Art Nouveau, especialmente em razão de seus cartazes. Confira abaixo algumas das obras dele.





 
Marcadores: Artes, Cultura, Pintores
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