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Quarta-Feira, 06 de abril de 2016

La Semaine de la Francophonie

 
 Em comemoração a La Semaine de la Francophonie, que aconteceu este entre os dias 16 e 23 de maço, os alunos participaram de uma atividade diferente, saíram da rotina de aula normal e criaram poesias a partir da temática “J’aime et Je n’aime pas”.

Cada turma trabalhou na construção de uma poesia coletiva com um tema que poderia ter ou não uma sincronia, com ordem determinada pelo primeiro aluno a compô-la, mas todas com o mesmo objetivo, trabalhar a escrita de forma divertida.
         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

 
Marcadores: AF, Cultura, Curiosidades, História, Trabalhos de aula
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Quarta-Feira, 03 de junho de 2015

Novos heróis no Panthéon

 
 O Panthéon é uma das construções neoclássicas mais importantes de Paris. Ele foi construído no século XVIII e tem hoje o objetivo de honrar os grandes personagens que marcaram a história francesa. Importantes personalidades foram sepultadas no local, como Voltaire, Victor Hugo, René Cassin, Jean Moulin, André Malraux e Marie Curie.

No dia 27 de maio, durante uma cerimônia muito comovente, o presidente francês François Hollande nomeou quatro novas personalidades para se unirem ao Panthéon. Duas mulheres, Geneviève de Gaulle-Anthonioz e Germaine Tillion, e dois homens, Jean Zay e Pierre-Brossolette, importantes figuras da resistência contra o nazismo durante a Segunda Guerra Mundial.

Conheça os quatro novos homenageados no Panthéon:

Geneviève de Gaulle-Anthonioz (1920-2002)
: Sobrinha do general de Gaulle, foi presidente da ONG ATD Quart Monde e resistente durante a guerra. Militante pelos direitos humanos, foi deportada em 1944 do campo de concentração de Ravensbrück.

Germaine Tillion (1907 – 2008)
: Etnóloga francesa, foi presa pelos alemães. Depois da guerra, lutou pela paz na Argélia. Recebeu o prêmio Pulitzer de 1947.

Jean Zay (1904 – 1944): 
Ex-ministro da Educação da França, foi assassinado durante a Segunda Guerra por milicianos.

Pierre Brossolette (1903 – 1944): 
Jornalista e político, um dos dirigentes da resistência ao nazismo. Se tornou combatente, chegou a ser preso e torturado. 

Juntos eles se somam às 71 personalidades presentes no Panthéon, entre eles políticos, grandes figuras da resistência, gênios literários, grandes inventores e filósofos franceses. Figuras honradas nesse prédio histórico situado no Quartier Latin, que na frente tem a inscrição "Aos grandes homens, a pátria agradecida”.

Durante a cerimônia o Presidente da República recordou a vida de cada um dos homenageados, o seu empenho, a sua determinação, a detenção e desaparecimento. "Eles encarnam o espírito da resistência", disse o presidente Françoise Hollande, "Diante da ocupação e opressão, eles disseram “não”!

A escolha da data para a cerimônia não foi sem sentido. Dia 27 de maio é o aniversário da criação do Conselho Nacional da Resistência, que em 2014, foi designado oficialmente como “La Journée de la Résistance Nacional”.

Para os interessados no assunto, a exposição "Quatre vies em résistence" segue até dia 10 de janeiro de 2016 no Panthéon. Filmes, documentos e recursos digitais mostram as origens e a trajetória dos quatro resistentes homenageados, que simbolizam os valores de liberdade, igualdade e fraternidade da República francesa com suas ações pela promoção da educação, transmissão da memória e de luta contra a exclusão.
         

         

         

         

 
Marcadores: AF, Cultura, História, Política
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Quarta-Feira, 15 de abril de 2015

Tinta Fresca - por Marília Galvão

 

Quando um artista, pela ponta do pincel, tem a intenção de captar a luz do sol que desaparece nas águas do rio - as papoulas ao vento no campo - as cores da morte no rosto da pessoa que está morrendo, quem sabe o ensaio de uma figura em pleno ar, também os telhados sob a neve ... bailarinas em uma dança e os trens na neblina na gare, ou um baile no Moulin, o que ele quer? O que move esse artista nessa obsessão de retratar o fugaz, de correr contra o tempo para perseguir o momento que nunca se repetirá? Capturar a impressão de um instante da natureza, assim como o passar do tempo, da vida, poderia ser uma das respostas.

Por esse desejo do artista manifesto em obras de arte em pintura, não há como não se impressionar com as obras dos pintores da segunda metade do século XIX chamados impressionistas. Viveram em Paris e arredores. Conterrâneos e contemporâneos.
Grande parte de suas obras originais estão expostas em Paris, no Musée d’Orsay e no Musée de l’Orangerie. Só que há uma dificuldade enorme para quem tem a graça de estar lá, presente de corpo e alma. É muito difícil olhar sem querer tocar. Aconselho colocar as mãos nos bolsos. E ! Ahs ! E Ohs! Só em pensamento. Fotos sem flash, por favor. Incrível o que a arte faz com a gente, nos humaniza. Psiu!!!!

Pela arte eles tornaram eterno o efêmero. Eles – Claude Monet, Édouard Manet ( sim, houve confusão de nomes – Monet e Manet) Renoir, Degas, Camille Pissarro, dentre outros. Também Van Gogh, mas esse é uma outra história.( Ainda vou escrever uma carta para ele- ele é do tempo da comunicação por cartas e adorava receber as de seu irmão Theo, de Paris - e eu , na frase final de minha carta, direi – Querido Vincent - com um aperto de mão, Marilia).

A arte tem me tocado, me emociono com Monet e Renoir, em especial. Eles me fazem pensar no tempo, no passar do tempo, uma das minhas inquietudes, e me dão uma impressão de resposta, o sentimento de impermanência sempre existiu. Por que o passado é passado? Por que eles tinham que retratar o que logo seria passado? Era o que sentiam, defendiam ideias. O passar... as impressões... ora, concluo que só pode ser pura paixão. Paixão pela pintura, pela renovação, paixão por lutar pelo que acreditavam.

E esse passado em que eles viveram se torna um presente para mim. O agora é o presente, que logo deixará de sê-lo. O mundo continua a girar, dias e noites se sucedem em momentos, instantes fugazes. Segue o baile, segue a vida. Não há como deter. Mas, creio que eles encontraram uma forma de fazer isso, por isso os considero tão contemporâneos, tão vibrantes, mostram a vida como ela é, nos movimentos das pinceladas, nas cores e nas sombras claras, vida... vida em movimento, com alegria. Talvez daí a impressão errada de obra inacabada. Os olhos captam a rapidez dos movimentos e as cores se complementam e a emoção expressa o indizível da obra de arte.

Atrevo-me a expor um breve pensamento – se o leitor imaginar que esse texto não diz tudo, ou que é impressionista, que há espaços para que ele possa refletir, maravilha!!

Como? Eu? Se eu também pinto? Sim, tenho batons de várias cores.


Marília Galvão
         

 
Marcadores: AF, Artes, Cultura, História, Literatura, Marília Galvão, Pintores, Resenha
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Quarta-Feira, 25 de março de 2015

Parado no tempo

 
Pouco antes do início da 2ª Guerra Mundial, a cortesã de luxo Madame Marthe de Florian, cuja data de nascimento é registrado pelo ano de 1864, pegou sua família e fugiu de Paris, fechando seu apartamento de luxo com tudo o que tinha dentro, para morar no sul da França.

Marthe teve dois filhos, um deles, falecido jovem, não deixou herdeiros. Já o outro teve filhos mas nenhum de seus herdeiros se interessou pelo apartamento, embora nesses mais de 70 anos o apartamento tenha sido mantido com as contas em dia.

Em 2010, com o falecimento da neta, o apartamento enfim foi aberto. E o que foi encontrado surpreendeu a todos: um pedacinho de história em forma de arte e objetos de valos inestimável. Entre os itens, um fogão a lenha, tapeçaria nobre, animais em taxidermia e até mesmo uma obra desconhecida de Giovanni Boldini – reza a lenda que a moça da obra era a própria Madame Marthe de Florian, nos seus 20 e poucos anos.
         

         

 
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