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Sexta-Feira, 30 de janeiro de 2015

Cúmplice

 
Com os atentados ocorridos neste mês na França que ceifaram a vida de diversas pessoas, o presidente, François Hollande resolveu intervir na propagação de conteúdo de ódio.

Quem tem perfil em redes sociais sabe como é fácil propagar discurso de ódio, aquele mesmo que une pessoas para fazerem coisas ruins. O controle é complicado, denunciar perfis com esse tipo de conteúdo geralmente não traz resultados
.
Por isso que o presidente francês se envolveu pessoalmente em um projeto de lei visando responsabilizar redes sociais e serviços de internet, como facebook e google, pelo conteúdo por eles armazenados. A ideia é justamente forçar as empresas a contribuírem com a eliminação do discurso de ódio na rede, com o objetivo de combater o terrorismo e evitar tragédias como as ocorridas no país.

Com essa atitude, a França prova mais uma vez estar fazendo sua parte para um mundo melhor.
         

 
Marcadores: AF, Imprensa, Política
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Segunda-Feira, 12 de janeiro de 2015

Charlie

 
12 vidas interrompidas em uma ação orquestrada que resultou em mais mortes em pleno território francês. Esse foi o início de 2015 na França. Surpreendidos por um dos ataques terroristas mais bem organizados dos últimos tempos em território europeu, o mundo inteiro foi às ruas clamar pelo fim do terrorismo.

Paris foi o cenário de uma marcha histórica, com 50 líderes de várias partes do mundo e 1,5 milhão de pessoas somente na capital. O grito por paz e justiça unia todos, muitos com canetas nas mãos, simbolizando o trabalho realizado pelas vítimas centrais da ação.

O irreverente jornal Charlie Hebdo está de luto. Talvez sua liberdade de expressão tenha extrapolado limites, mas absolutamente nada justifica a interrupção violenta da vida desses profissionais.

Como a França, o resto do mundo quer o fim do terror. Que venham tempos de paz, é tudo o que mais queremos.




A République, la marche filmée en accélérée por lemondefr
         

         

 
Marcadores: AF, Evento, Imprensa, Política
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Quinta-Feira, 23 de maio de 2013

Declaração de amor a Paris

 
Nossa ex-aluna Graziela Andreatta escreveu um texto magnifique sobre sua relação (de amor) com Paris, publicado na revista Afrodite. E, como além de talentosa ela é bem legal, nos deixou publicar o texto aqui no blog. Confira!

Declaração de amor a Paris


As pessoas que me conhecem sabem o quanto amo Paris. Essa cidade é tão especial pra mim que depois de tê-la conhecido abandonei a ambição de conhecer o resto do mundo. Só quero poder voltar sempre para o mesmo lugar. Escrevi um texto sobre isso:

Amo Paris. Mas não é um amor glamoroso, não tem a ver com a moda, a elegância das mulheres ou o ar chique que a cidade transpira. Adoro tudo isso, claro. Mas meu amor é mais afetivo, é caseiro, simples.

Adoro ver a cidade do alto. Mas não do alto da Torre Eiffel ou da igreja do Sacre Coeur, em Montmartre. Prefiro os terraços na exata altura dos telhados de ardósia, que em dias fechados deixam a paisagem verde acinzentada e nos de sol chegam a arder os olhos.

Uma vez li um texto sobre um menino que ia à padaria todos os dias e voltava pra casa comendo um croissant enquanto se equilibrava no meio-fio da calçada. Quando fui à Paris, fiz igualzinho. Todos os dias. E fico feliz só de lembrar o prazer que senti.

Os prédios de Paris são todos beges – uma cor que eu não gosto, mas que lá fica perfeita. O metrô é lotado, mas é delicioso atravessar a cidade nele e pagar com o passe navigo, a carteirinha que só os parisienses têm.

Não importa o clima. Para o frio, lindos casacos de lã. Para a chuva, trench coat. Para o calor, qualquer roupa fresca com uma ballerine nos pés. E, em qualquer temperatura, o piquenique com sanduíche de baguete e frutas da estação às margens do Sena ou em um parque qualquer da cidade fica perfeito.

Aos que preferem os cafés e padarias, não faltam lugares com as mil-folhas do melhor confeiteiro de Paris, a padaria com o melhor pão, a casa de especiarias com o melhor marrom-glacê – cartazes indicando esses lugares estão espalhados pela cidade. E tem ainda os restaurantes passados de geração para geração e cafés que foram frequentados por pessoas como Sartre e Simone de Beauvoir. Já pensou no quanto isso é incrível? Me arrepio só de imaginar.

Gosto tanto dessa cidade que gosto até do que não é tão francês assim: de visitar o museu Picasso, de observar os judeus ortodoxos pelas ruas do Marais, de comer no restaurante italiano do Marché aux Enfants Rouges.

Tudo isso sem contar no quanto é emocionante se comunicar na língua mais linda do planeta e em como é divertido não se importar com aquele ar blasé dos franceses que, pra mim, nunca vai soar como arrogância. E ainda tem a música interpretada por aquelas cantoras de vozes doces que deixam o cenário perfeito com uma das trilhas sonoras mais sensacionais do mundo.

Por tudo isso e mais uma porção de coisas que eu não saberia descrever, eu poderia ter nascido, vivido e morreria em Paris. Enfim, pra usar uma expressão francesa, “amo de amor” aquela cidade. E, roubando a conclusão de um dos curtas do filme Paris, Je t´aime, o que é mais legal de tudo isso é que eu tenho certeza de que Paris me ama também.
 
Marcadores: Artes, Cultura, Imprensa, Literatura
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Segunda-Feira, 16 de janeiro de 2012

Frisson em Paris 2012 no jornal Pioneiro

 
Quem acompanha o tête-à-tête regularmente já sabe que, hoje, tem uma turminha se mandando para a Cidade Luz. Claro que vamos fazer a cobertura diária por aqui, com muitas fotos e novidades. Mas, antes mesmo do pessoal sair de casa, o jornal Pioneiro já publicou uma nota a respeito da nossa excursão. Abaixo você confere o texto do colunista João Pulita e o link para o jornal. E, para acompanhar o dia a dia do pessoal em Paris, é só aparecer por aqui.

Paralelas

* Caroline Conte e Stela Maris Michielin estão na Europa com um grupo de alunos da Aliança Francesa.
Conferem a exposição de Paul Cézanne no museu de Luxemburgo e outras atrações em Paris, durante todo o mês de janeiro.


Pioneiro, 16 de janeiro de 2012.

 
Marcadores: AF, Frisson em Paris 2012, Imprensa, Viagem
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