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Quinta-Feira, 22 de agosto de 2013

Maior sucesso da Universal é francês

 
A animação "Meu Malvado Favorito 2 "(2013), de Chris Renaud e Pierre Coffin, será o mais lucrativo dos 100 anos de história de uma das empresas mais importantes de Hollywwod. Isso segundo as palavras de ninguém menos que o presidente da NBC Universal.

"Moi, Moche et Méchant 2" consumiu cerca de 76 milhões de dólares e já rendeu algo em torno de 700 milhões apenas com a bilheteria. O filme, feito em Paris, consagra os estúdios franceses de animação, que vêm se destacando desde os anos 1980 pela capacidade de produzir conteúdos inovadores. Confira o trailer!


 
Marcadores: Animação, Artes, Cinema, Cultura
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Sexta-Feira, 16 de agosto de 2013

O Desprezo - por Cesar Mateus

 
Vivendo uma fase saudosista e melancólica (segundo ele mesmo), nosso colunista Cesar Mateus nos envia mais uma resenha. Desta vez, o filme escolhido foi O Desprezo (1963), de ninguém menos que Jean-Luc Godard. Confira!

Filme - O desprezo



Não contente em avacalhar as produções recentes do cinema francês, esse colunista resolveu atacar agora algumas velharias do tempo em que Parole Parole tocava tanto quanto Pre-Pa-Ra (e agora uma pausa enquanto você escuta mentalmente essa chanson marveilleuse). Uns irão perguntar, mas como ele vai escrever sobre clássicos de cinema se não sabe a diferença entre o Ben 10 e o Bob Esponja? Boa pergunta! A resposta é simples, utilizando um vocabulário d’antan, antes do novo acordo ortográfico.

Le mépris, por exemplo, é tão antigo que na época a Brigitte Bardot não era uma velha senhora xenófoba e o Godard fazia filmes quase entendíveis (mas não se animem muito). Eles se juntaram para contar a história de um filme dentro e de um filme e quanto à influência do cinema (e dinheiro) americano poderia ser nefasta para quem acredita no cinema como manifestação artística.

A história é relativamente simples. Paul (Michel Piccoli) é contratado par reescrever o roteiro de Ulisses, que está sendo gravado pelo clássico diretor Fritz Lang (no papel dele mesmo), que entra em uma disputa pelo controle do filme com arrogante produtor americano (Jack Palance). No meio dessa briga toda está Camille (Bardot), que é responsável pela parte do desprezo, com sua atuação tão quente quanto a previsão do tempo para Gramado na época do festival de cinema.

Portanto, se você é como eu, um nostálgico de uma época que não viveu em que as máquinas de escrever cuspiam (desculpe, esse é outro filme) e gostaria de ver a derrière de mlle Bardot em cena intimista, não despreze essa dica.


         

 
Marcadores: Artes, Cesar Mateus, Cinema, Cultura, Resenha, Vídeo
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Sexta-Feira, 09 de agosto de 2013

Nosso Dia Chegará - por Cesar Mateus

 
Hoje é dia de mais uma coluna de Cesar Mateus, que resenha o filme Nosso Dia Chegará (2010), de Romain Gavras. Confira!

Nosso Dia Chegará



Sabendo das minhas resenhas para a Aliança Francesa Caxias e conhecendo o seu conteúdo, Romain Gavras resolveu me avacalhar. Explico. Quem leu duas ou três dessas resenhas deve ter notado que a humilde pessoa que lhes escreve não bate bem da tête, e por isso ele desvirtua o sentido de filmes feitos com amor e carinho. Após ter notado isso, Romain pensou, vou fazer um filme tão nonsense que ele não vai conseguir escrever nada, eis a história por trás de Notre Jour Viendra.

Mas ele não vai me calar!

Confesso que por alguns momentos duvidei que conseguiria reussir. E se ao invés de filme eu contasse uma piada (vocês conhecem aquela do ovo e da salsicha na frigideira?) ou se eu começasse um correio sentimental, um espaço para os corações solitários falarem d’amour? São ótimas ideias, mas creio que sairia um pouco fora da proposta, então me resta falar sobre a história.

Remy (Olivier Barthelemy) é um jovem tímido com uma namorada gótica virtual que está em constante conflito com a família. Patrick (Vincent Cassel) é um psicólogo cínico e mal-humorado, juntos se unem para aterrorizar uma cidade. E o que eles têm em comum? São ruivos e deslocados (quando eu disse que era nonsense não estava brincando).

Entre as muitas barbaridades que eles aprontam estão: brigas por todas partes, orgia com jovens inglesas, tiros, flechadas, bebidas, interrompem um enterro e entram um supermercado à noite (sonho da vida), ou seja, tudo o que um final de semana divertido no norte da França promete.

Acredito que Romain estava certo, isso não é uma resenha, mas apenas o povo poderá decidir. Cartas para redação.

Cesar Mateus
 
Marcadores: Artes, Cesar Mateus, Cinema, Cultura, Resenha, Vídeo
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Quinta-Feira, 25 de julho de 2013

A Delicadeza do Amor - por Cesar Mateus

 
Mais uma vez, nosso colunista Cesar Mateus resenha um filme de amor (deve ser influência do inverno). Hoje, o escolhido foi "A Delicadeza do Amor" (2012), de David Foenkinos. O longa conta a história de Nathalie, uma jovem bonita cujo marido morre em um acidente, fazendo com que ela se foque no trabalho, tentando jogar os sentimentos para baixo do tapete. Até que, como em toda comédia romântica, ela conhece alguém.

A Delicadeza do Amor



Faltou inspiração na escolha do filme, por isso várias figurinhas carimbadas vão desfilar por aqui. Começando por Audrey Tautou, que protagonizou desde Amélie um total de quatrocentas e noventas e sete comédias românticas. E você vai me perguntar, por que eu devo assistir mais uma? Simples, pois La Délicatesse questiona as qualidades dos barbudos. Vamos à história, ou uma pequena parte dela.

Audrey, no papel de Anne, está triste, virada em beiço, e quer só saber de trabalho, mas os amigos ainda tinham fé de que ela conhecesse alguém e ficam todos faceiros quando ela informa que conheceu um sueco. Se você pensou em alguém alto, louro e forte resgatando-a do marasmo e rotina, se enganou redondamente, assim como a patotinha dela.

Markus, o sueco em questão, veste suéteres de gosto duvidoso, está ficando calvo e não se destaca no trabalho, mas tem algo que leva algumas mulheres de gosto mais primitivo à loucura: a barba. Supertendência. Além disso é bom ressaltar que apesar do visual Markus tem um bom coração, que no mundo dos filmes lhe dá alguma chance com a garota.

Não pretendo de forma alguma com essa coluna ressaltar óbvias qualidades dos barbudos estranhos (especialmente os recentes) e sim apenas aconselhar La Délicatesse para as meninas carentes que frequentam os intervalos na Aliança Francesa Caxias do Sul e que procuram viver uma história delicada de amor.

Cesar Mateus
 
Marcadores: Cesar Mateus, Cinema, Cultura, Resenha, Vídeo
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