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Terça-Feira, 04 de março de 2014

Cléo das 5 às 7 - por Cesar Mateus

 
É hora de matar as saudades do nosso colunista Cesar Mateus. Hoje, com uma resenha do clássico "Cléo das 5 às 7" (1962), de Agnès Varda. Confira!

Cléo das 5 às 7

Quem se lembra daquele comercial do Lolo, agora Milkbar, que dizia “é chato ser gostoso” levanta a mão. Muito bem, agora todos ao redor sabem que vocês são velhos da época em que não havia Tocantins. Pois Cléo das 5 às 7, um clássico da Nouvelle Vague, é sobre justamente isso, alguém que não consegue lidar com a própria beleza afetando os outros em volta, assim como o chocolate.

Ao contrário de outros títulos da Nouvelle Vague (les 400 coups, à bout de souffle), Cléo teve uma tradução literal do título, mesmo porque o enredo é esse mesmo, duas horas na vida de uma aspirante a cantora popular, seus ataques de estrelismo e sua solidão em uma Paris de lojas, cafés e trânsito confuso o suficiente para se aproximar ao de Caxias.

O destaque fica para a participação de Michel Legrand – que assina a trilha – como um dos compositores que trabalham para Cléo em uma cena em que a diretora Agnes Varda, auxiliada pela carga emocional da música (Sans toi), constrói quase um videoclipe no meio do filme que personifica a instabilidade da personagem.

Cléo não é um filme fácil, seu ritmo é lento, com cenas longas nas quais pouco é dito (mas muito é visto) que combinam com uma tarde quente e entediante (mesmo assim ele está longe de ser do tipo “o que o autor quis dizer com isso”) e talvez esse seja o seu objetivo. E se nenhum dos argumentos foi suficiente para um desejo enorme de assisti-lo (eu sei, eles foram bem fraquinhos), veja apenas pela beleza de Corinne Marchand, triste e bela como as horas que não passam.


Cesar Mateus

 
Marcadores: Artes, Cesar Mateus, Cinema, Resenha
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Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2014

Azul é a cor mais quente é "vice" no César

 
O polêmico "Azul é a cor mais quente" (2013), de Abdellatif Kechiche, foi o filme com segundo maior número de indicações ao César, contrariando as expectativas que o colocavam como favorito. Ficou atrás de "Les garçons et Guillaume, à table!" (2013), de Guillaume Gallienne. O filme, que aborda um romance entre duas mulheres, teve oito indicações, incluindo melhor filme e melhor diretor, contra dez do seu maior concorrente.  As premiações serão anunciadas hoje. Entre os destaques, está Julie Gayet, que concorre ao prêmio de melhor atriz coadjuvante por sua participação em Quai d'Orsay" (2013), sátira política de Bertrand Tavernier.
 
Marcadores: Artes, Cinema, Cultura, Polêmica
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Segunda-Feira, 10 de fevereiro de 2014

Cinemateca exibe curtas brasileiros em Paris

 
Quem estiver em Paris esse mês e ficar com saudades de casa, pode amenizar o sentimento assistindo curta-metragens. A Cinemateca francesa realiza, até maio, uma mostra de filmes de cineastas brasileiros dentro da programação do ciclo "Cinéma de Poche".

O primeiro filme foi exibido ainda em outubro do ano passado, mas quem perdeu terá outra oportunidade em breve: dia 20 de fevereiro, chegam às telas "O Inverno de Zeljka", de Gustavo Beck, e "Electrodomestica", de Kleber Mendonça Filho. O projeto é comandado por Bernard Payen, que teve a ideia após inúmeras participações como jurado em festivais.

         

 
Marcadores: Artes, Cinema, Cultura
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Sexta-Feira, 07 de fevereiro de 2014

França é pano de fundo para novo filme de Woody Allen

 
 A relação de Woody Allen com a França parece cada vez melhor. O próximo filme do diretor, Magic in the Moonlight, terá como tema um crime ocorrido na Riviera Francesa de 1920. A Côte d’Azur servirá de cenário à comédia romântica, que tem estreia prevista para a metade do ano.

O elenco traz nomes como Colin Firth (Oscar de melhor ator em 2011 pela atuação em O Discurso do Rei), Emma Stone, Eileen Atkins, Marcia Gay Harden, Hamish Linklater, Simon McBurney e Jacki Weaver.
         

 
Marcadores: Artes, Cinema, Cultura
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