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Segunda-Feira, 25 de julho de 2016

Boas razões para você aprender francês

 
- O francês é o idioma das relações internacionais.

- O francês é a segunda língua mais usada na internet.

-  Mais de 200 milhões de pessoas falam francês nos 5 continentes.

- O francês é a segunda língua estrangeira mais ensinada no mundo inteiro.

- O francês é a 9ª língua falada no mundo .

- O francês é a segunda língua estrangeira na União Europeia.

- Falar francês te permite estudar na França e no Canadá, em universidades de grande reputação.

- Falar francês te dá chances de receber bolsas de estudos do Governo francês.

- TV5 MONDE é um canal de televisão francófono transmitido para 202 países 24 horas por dia.

- Existe 900 000 professores de francês no mundo, conhecidos pelo seu dinamismo, criatividade e alto nível de exigência.

- O francês é ao mesmo tempo língua de trabalho e língua oficial na ONU, UNESCO, OTAN, União Européia, Comitê Internacional Olímpico e Cruz Vermelha Internacional.

- Falar francês contribui de maneira importante para promover a diversidade linguística no mundo,

- Todo curso de francês vem acompanhado de uma viagem cultural ao mundo da moda, da gastronomia, das artes, da arquitetura e da ciência.

- A Aliança Francesa é a maior e melhor escola de francês do mundo, com diploma reconhecido pelo governo francês.

 
Marcadores: AF, Cultura, Curiosidades, Dicas
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Quarta-Feira, 25 de maio de 2016

Lacoste

 
Sempre com um pequeno “Crocodile vert” no peito, as camisas pólos LACOSTE se tornaram um verdadeiro ícone clássico nos ambientes mais refinados do mundo, um símbolo de elegância e qualidade. Das quadras de tênis para o mundo, a marca francesa é um símbolo de classe há mais de sete décadas oferecendo roupas e acessórios para pessoas de bom gosto e estilo. Uma marca que consegue a proeza de agradar ao público nas mais diferentes regiões do planeta.

Tudo começou em 1927 com o francês Jean René Lacoste, nascido a 2 de Julho de 1904, brilhante tenista francês e o principal responsável pela primeira vitória da França na Taça Davis. René colecionou títulos nos famosos torneios de Roland Garros, Wimbledon e Forrest Hills. No total arrecadou sete vitórias em torneios do Grand Slam e foi o tenista número 1 mundial em 1926 e 1927.

Durante estas competições ele foi apelidado de “Le Crocodile” após ter feito uma aposta com o capitão da equipe de tênis da França para Copa Davis. O técnico prometeu oferecer-lhe uma mala de crocodilo caso ele ganhasse um jogo importante para a sua equipe. O fim do campeonato trouxe duas vitórias para o tenista: arrebatou a taça dos americanos, vencendo o lendário Bill Tilden, e provou que sua trajetória de sucesso iria muito além das quadras. O público americano rapidamente adotou o apelido, que representava a tenacidade e a agressividade que René demonstrou nas quadras de tênis, se movendo freneticamente em ziguezague e perseguindo sua presa sem cansar.

O amigo Robert George desenhou então para René um crocodilo que foi bordado na camisa que ele usava nas quadras de jogo. A camisa, em algodão com malha arejada e confortável, que absorvia perfeitamente a transpiração em climas mais quentes, tinha mangas curtas com gola e pequenos botões que iam do pescoço ao peito, e, era usada juntamente com um blazer azul-marinho, também desenhado por ele e com o símbolo do crocodilo. O uniforme inusitado apareceu pela primeira vez no Torneio Aberto dos Estados Unidos.

Poucos anos depois, aos 25 anos, ele abandonou as quadras por causa de uma tuberculose e dedicou-se totalmente a uma idéia genial: fazer confortáveis camisas de malha para a prática do tênis e carimbá-las com o bichano que um dia deu a ele muita sorte.

Em 1933, juntamente com André Gillier, proprietário de uma das maiores empresas francesas de malhas, ele fundou a "La Chemise Lacoste" para produzir e comercializar a camisa pólo bordada com o logotipo que tinha criado para seu uso pessoal nas quadras de tênis, bem como certo número de outros modelos de camisas concebidas para a prática do tênis, golfe e esportes marítimos, como o iatismo.

Foi a primeira vez que uma marca estampou sua etiqueta do lado de fora da roupa, tornando o logotipo visível. Uma idéia que prosperou desde então.

Essa primeira camisa foi batizada de LACOSTE L.12.12
L representa LACOSTE, 1 é uma referência ao tecido original de algodão petit piquê, 2 significa a manga curta e o segundo 12 se relaciona com o número de protótipos que tiveram que ser produzidos até René ficar satisfeito com o resultado, dando uma perspectiva única sobre o sentido de perfeccionismo e abordagem de transmissão do desenho do campeão.

A camisa era confeccionada em um tecido leve e fresco, que proporcionava mais conforto e resistência. A primeira camisa LACOSTE era branca, ligeiramente mais curta que as atuais, de mangas curtas, com colarinho de bordos cortados, confeccionada em um tecido emblemático, jérsei de piquê miúdo, e um crocodilo verde bordado na altura do coração.

A camisa LACOSTE constituiu imediatamente uma revolução junto aos jogadores de tênis da época pois o sucesso tornou-se mundial pelo conforto e frescor que elas proporcionavam aos atletas, os quais vestiam durante os jogos, nessa altura, incômodas camisas de estilo clássico, em tecido tramado com duas teias, de mangas compridas, que em nada ajudavam à sua performance, mobilidade e resistência física, por falta de ventilação do corpo.

Imediatamente, a marca virou um uniforme nas quadras francesas, e René, o garoto-propaganda perfeito.

Rapidamente as camisas pólo da marca desbancaram as tradicionais camisas de colarinho duro, vendendo aproximadamente 300 mil unidades só em 1939.

O que havia de tão revolucionário na camisa?

A qualidade da malha que era leve, flexível, ventilada e também seu desenho inovador. O algodão, proveniente do Egito, dos Estados Unidos e do Peru, o processo de elaboração do fio e a exigência de qualidade da fibra mostravam um pouco da importância do produto. Nesta época a empresa investiu no progresso e crescimento das vendas junto ao consumidor.

Durante um bom tempo, ele só produziu camisas brancas, com um catálogo direcionado exclusivamente para tênis, golfe e iatismo. Mas, com o início da Segunda Guerra Mundial, a empresa interrompeu a produção, retomando suas vendas ao mercado somente em 1946.

As exportações começaram em 1951 para a Itália, assim como a comercialização das versões coloridas das tradicionais camisas pólos. Celebridades adotaram a nova moda. Audrey Hepburn eternizou a dobradinha com calça capri. Jackie Kennedy usava dentro e fora das quadras. No ano seguinte a marca ingressou no enorme mercado americano com o início da exportação de seus produtos para o país. Em 1959, foi criada a coleção infantil e no ano seguinte as coleções de bermudas e polos listradas.

René revolucionou o mercado do tênis novamente ao inventar em 1963 as raquetes feitas de aço tubular, muito superior às produzidas em madeira, extremamente pesadas. As raquetes eram distribuídas pela marca esportiva Wilson nos Estados Unidos. Este modelo de raquete ganhou 46 títulos em torneios do Grand Slam entre 1966 e 1978.

A partir dos anos 70, o crocodilo da LACOSTE estendeu-se a inúmeras peças, tanto no vestuário feminino como no masculino, além de acessórios, calçados e até perfumes. Somente em 1978 os produtos da marca começaram a ser distribuídos no Brasil e em 1981 a empresa inaugurou a
primeira Boutique LACOSTE do mundo, localizada na badalada Avenida Victor Hugo em Paris.

Mas foi também nesta década que a marca francesa começou a perder participação de mercado: os clientes fiéis, principalmente pessoas ligadas aos esportes, estavam envelhecendo e a nova geração não encontrava atrativos nos modelos básicos oferecidos pela marca. Nas quadras, o crocodilo perdeu terreno para outras grifes que patrocinavam maciçamente atletas de grande destaque.

Na década de 90, a empresa iniciou uma expansão e modernização da sua rede de lojas, inaugurando em 1994 a primeira unidade na China; no ano seguinte as primeiras lojas nos Estados Unidos, localizadas nas badaladas Palm Beach e Bal Harbour, no estado da Flórida; além de lojas em Moscou e Nova York. Mas, foi também a partir desta década que a popularidade da marca LACOSTE entrou definitivamente em queda, até que o estilista francês Christophe Lemaire assumiu a direção criativa da marca em 2000. Rapidamente ele implantou uma nova filosofia e modernizou a imagem da marca, deu um tom mais jovial, contudo sem perder a elegância e a identidade criada por René Lacoste. Suas famosas e clássicas camisas pólo ganharam novas cores, a modelagem ficou mais estreita, mais justa e curta, ganhando até modelo estonado.
Nesta época surgiram também outros itens: novas coleção para crianças e mulheres, calçados, novos e deliciosos perfumes, óculos, roupa íntima masculina, malas, sacolas, bolsas, mini vestidos e até uma coleção de cama, mesa e banho.

Outra atitude importante foi a contratação de atletas renomados para serem embaixadores da marca pelo mundo como o tenista Andy Roddick, a golfista mexicana Lorena Ochoa e o golfista espanhol Jose-Maria Olazabal, além de patrocinar torneios importantes como o Aberto da Austrália (tênis) e várias etapas do circuito de golfe profissional.

O custo da famosa pólo LACOSTE se difere das demais marcas do segmento, mas segundo a marca, deve-se principalmente ao processo de fabricação, onde são usados mais de 20 Km de fio de algodão por cada pólo e o tingimento leva mais de 12 horas para ser completado. Estes processos fazem com que a pólo seja quase a prova de tudo.

Foi por tudo isso que o “Crocodilo” da LACOSTE tornou-se famoso no mundo inteiro.
         

         

         

         

         

         

         

 
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Quarta-Feira, 06 de abril de 2016

La Semaine de la Francophonie

 
 Em comemoração a La Semaine de la Francophonie, que aconteceu este entre os dias 16 e 23 de maço, os alunos participaram de uma atividade diferente, saíram da rotina de aula normal e criaram poesias a partir da temática “J’aime et Je n’aime pas”.

Cada turma trabalhou na construção de uma poesia coletiva com um tema que poderia ter ou não uma sincronia, com ordem determinada pelo primeiro aluno a compô-la, mas todas com o mesmo objetivo, trabalhar a escrita de forma divertida.
         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

 
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Quarta-Feira, 12 de agosto de 2015

La Provence et ses Parfums por Claudete Travi

 
 Não dá para resistir aos campos de papoulas, lavandas e girassóis que se encontram na região da Provence. Eles são uma verdadeira ode ao perfume. Assim como visitar. Le Musée International de la Parfumerie, em Grasse, conhecida como capital mundial do perfume, ou o Musée de la Lavande, em Coustellet, que ajudam a dar uma incrementada e tanto em nossa memória olfativa. Por fim, é preciso conhecer o famoso savon de Marseille e seus magníficos benefícios.
Venez voyager avec nous!

O Museu do Perfume é uma aula de história e de perfumaria, uma verdadeira imersão no universo dos perfumes. Lá é possível visitar seu belo jardim com uma infinidade de plantas das quais são extraídas les meilleurs essences de parfums du monde como a da rosa de maio, lavanda e jasmim, ah, a de limão verde é importada do Brasil! Essa descoberta pode ser feita pelo mapa de produção disponível, assim como qual o perfume em voga no ano de seu nascimento na linha do tempo da perfumaria mundial com amostras reais de todos os seus frascos, très intéressant.

Dá para falar da Provence sem falar da lavanda? Nãoooooo...No entanto, para vê-la é preciso ir até lá de junho a agosto apenas. Fora deste período, só no Museu da Lavanda pode-se sentir a intensidade de seu perfume e encontrar dezenas de produtos feitos com ele na boutique: crèmes pour les mains et les pieds, óleos de massagem e cicatrizantes, sabonetes, velas, aromatizadores, sachês para roupas e armários, chás e até miel de lavande. Aliás, há muitos tipos de lavanda, mas a mais cobiçada é a lavanda real, também chamada de “ouro azul da Provence”. O lavandin, que é um híbrido com igual beleza e muito produzido também, é de qualidade inferior para a indústria química, perfumista e cosmética. Ele é mais utilizado para a indústria de material de limpeza.

Outro produto que chama a atenção nesta região é o “savon de Marseille”. Ele está à venda dans toutes les villes. Corre à boca pequena nas lojas da região (quer dizer, hoje a internet tornou essa informação global) que 95% do sabão produzido com a indicação de “savon de Marseille” é falso. Por isso, hoje a indústria genuína do sabão está muito preocupada em manter viva sua história e autenticidade. Será que comprei um falso? 

Voilà! Não vamos discorrer por aqui sobre os meandros da indústria pirata do savon de Marseille, mas sim sobre as qualidades deste patrimônio cultural da Provence. O autêntico sabão de Marselha é um cubo de 600g, composto por 72% de puro óleo vegetal (de oliva, palma ou coco) e soda. O processo de produção é feito todo em caldeiras. O ciclo completo de fabricação demora em torno de 80 horas, com a pasta sendo mantida fervendo de 8 a 10 horas ao dia e descansando à noite. Até ficar pronto ele passa por cinco etapas: a saponificação; o acréscimo da soda; a lavagem em água salgada e várias em água doce; retirada do líquido em excesso por decantação e, por fim, mais uma ebulição. Para chegar a forma final, após a ebulição ele fica em repouso de 18h a 48h, depois é extrusado em série para tornar a massa homogênea - esse processo dura 2 dias - e colocado em matrizes para depois de sólido ser cortado em cubos e marcado nos 6 lados.

O verdadeiro sabão de Marseille não contém conservantes ou corantes, é 100% biodegradável, hipoalergênico e antibactericida. Sua cor pode mudar ao longo do tempo e ela depende do óleo utilizado, mas pode variar do vert au brun (derivado do óleo de oliva), ou plus clair, du jaune au blanc (derivado do óleo de coco ou de palma). Ele também pode ser perfumado se a essência for incorporada após a última trituração.

Ah, Provence!!! Pays de milliers de couleurs, arômes et parfums!
         

         

         

 
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