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Quarta-Feira, 12 de agosto de 2015

La Provence et ses Parfums por Claudete Travi

 
 Não dá para resistir aos campos de papoulas, lavandas e girassóis que se encontram na região da Provence. Eles são uma verdadeira ode ao perfume. Assim como visitar. Le Musée International de la Parfumerie, em Grasse, conhecida como capital mundial do perfume, ou o Musée de la Lavande, em Coustellet, que ajudam a dar uma incrementada e tanto em nossa memória olfativa. Por fim, é preciso conhecer o famoso savon de Marseille e seus magníficos benefícios.
Venez voyager avec nous!

O Museu do Perfume é uma aula de história e de perfumaria, uma verdadeira imersão no universo dos perfumes. Lá é possível visitar seu belo jardim com uma infinidade de plantas das quais são extraídas les meilleurs essences de parfums du monde como a da rosa de maio, lavanda e jasmim, ah, a de limão verde é importada do Brasil! Essa descoberta pode ser feita pelo mapa de produção disponível, assim como qual o perfume em voga no ano de seu nascimento na linha do tempo da perfumaria mundial com amostras reais de todos os seus frascos, très intéressant.

Dá para falar da Provence sem falar da lavanda? Nãoooooo...No entanto, para vê-la é preciso ir até lá de junho a agosto apenas. Fora deste período, só no Museu da Lavanda pode-se sentir a intensidade de seu perfume e encontrar dezenas de produtos feitos com ele na boutique: crèmes pour les mains et les pieds, óleos de massagem e cicatrizantes, sabonetes, velas, aromatizadores, sachês para roupas e armários, chás e até miel de lavande. Aliás, há muitos tipos de lavanda, mas a mais cobiçada é a lavanda real, também chamada de “ouro azul da Provence”. O lavandin, que é um híbrido com igual beleza e muito produzido também, é de qualidade inferior para a indústria química, perfumista e cosmética. Ele é mais utilizado para a indústria de material de limpeza.

Outro produto que chama a atenção nesta região é o “savon de Marseille”. Ele está à venda dans toutes les villes. Corre à boca pequena nas lojas da região (quer dizer, hoje a internet tornou essa informação global) que 95% do sabão produzido com a indicação de “savon de Marseille” é falso. Por isso, hoje a indústria genuína do sabão está muito preocupada em manter viva sua história e autenticidade. Será que comprei um falso? 

Voilà! Não vamos discorrer por aqui sobre os meandros da indústria pirata do savon de Marseille, mas sim sobre as qualidades deste patrimônio cultural da Provence. O autêntico sabão de Marselha é um cubo de 600g, composto por 72% de puro óleo vegetal (de oliva, palma ou coco) e soda. O processo de produção é feito todo em caldeiras. O ciclo completo de fabricação demora em torno de 80 horas, com a pasta sendo mantida fervendo de 8 a 10 horas ao dia e descansando à noite. Até ficar pronto ele passa por cinco etapas: a saponificação; o acréscimo da soda; a lavagem em água salgada e várias em água doce; retirada do líquido em excesso por decantação e, por fim, mais uma ebulição. Para chegar a forma final, após a ebulição ele fica em repouso de 18h a 48h, depois é extrusado em série para tornar a massa homogênea - esse processo dura 2 dias - e colocado em matrizes para depois de sólido ser cortado em cubos e marcado nos 6 lados.

O verdadeiro sabão de Marseille não contém conservantes ou corantes, é 100% biodegradável, hipoalergênico e antibactericida. Sua cor pode mudar ao longo do tempo e ela depende do óleo utilizado, mas pode variar do vert au brun (derivado do óleo de oliva), ou plus clair, du jaune au blanc (derivado do óleo de coco ou de palma). Ele também pode ser perfumado se a essência for incorporada após a última trituração.

Ah, Provence!!! Pays de milliers de couleurs, arômes et parfums!
         

         

         

 
Marcadores: AF, Claudete Travi, Curiosidades, Dicas, Fotos, Turismo, Viagem
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Quarta-Feira, 10 de junho de 2015

Cours Saleya por Claudete Travi

 
Nossa aluna Claudete Travi do B1.5 passou um tempo na França. Se você pensa que foi Paris, está enganado, foi para a região administrativa da Provence-Alpes- Côte d'Azur, no sudeste da França.

A Provence é limitada pelos Alpes e pela Itália a leste, pelo rio Ródano a oeste, e pelo Mediterrâneo ao sul. Marseille o maior centro urbano da região e a segunda maior cidade da França, além de ser a capital da região administrativa. A Provença-Alpes-Côte d'Azur é formada por 6 departamentos: Alpes-de-Haute-Provence , Hautes-Alpes, Alpes-Maritimes, Bouches-du-Rhône, Var, Vaucluse.
A partir de hoje, ela nos contará curiosidades da viagem, começando por Nice.


Cours Saleya, Nice

Le Cours Saleya est une esplanade piétonne qui accueille un marché quotidien de la ville de Nice, dans la région de la Côte d'Azur en France. Il est situé dans le Vieux Nice et est ouvert toutes les jours, sauf le lundi.

Il est partagé entre son célèbre marché aux fleurs vendant des seaux de fleurs, et le marché de nourriture magnifique avec des fruits et ses longues tables de tréteaux pour afficher épices exotiques, fruits brillants et légumes, pâtisseries, fruits glacés (vitrage ou confits) figues, gingembre, mandarines et poires) et plus encore.
Dans le marché il y a de différents choses à faire et pour toutes les goûts: d'antiquités (7:30-18:00, les lundis, sauf le lundi ferié); de fruits et légumes du marché (fonctionne de 6:00 à 13:30, tous les jours sauf le lundi); marché Arts & Crafts (du 1er juin au 30 septembre, tous les jours de 18 heures à minuit); marché aux fleurs, de 6:00 à 17:30 le mardi, jeudi et vendredi, de 6:00 à 18:30 le mercredi et le samedi, et 6:00 à 13:30 les dimanches et jours fériés.

En plus de tentes, il y a plusieurs magasins, des boutiques et cafés le long des côtes. Pouvez-vous acheter des chapeaux, de la vaisselle, des souvenirs ringards ou prendre unl café au lait.

Le Cours Saleya est un paradis sensoriel!

Texte et photos : Claudete M. Taiarol Travi


Cours Saleya, Nice

Cours Saleya é um mercado diário a céu aberto, situado em uma rua/praça do centro histórico de Nice, região da Costa Azul da França. Ele funciona todos os dias. 

Ele está dividido entre seu famoso mercado das flores, vendendo baldes de flores e o magnífico mercado de comidas, e sua longas mesas de cavaletes para expor especiarias exóticas, frutas e legumes brilhantes, pães, frutas cristalizadas( figos, gengibre, tangerina e peras) e muito mais. 


No mercado há diferentes coisas para fazer e para todos os gostos todos os dias: o mercado de antiguidades, que funciona das 7h30min às 18h, nas segundas-feiras; o de frutas e legumes, que funciona todos os dias, menos na segunda, das 6h às 13h30min; o de arts & crafts, de 1º de junho a 30 de setembro, todos os dias, das 18h às 24h; o mercado das flores, das 6h às 17h30min, nas terças, quintas e sextas-feiras, e das 6h às 18h30min, nas quartas e sábados, e das 6h às 13h30min, aos domingos e feriados. 

Além das barracas, há várias lojas, boutiques e cafés ao longo dos lados onde você pode comprar chapéus, pratos, lembranças ou café. 

Cours Saleya é um praíso sensorial!

Texto e fotos: Claudete M. Taiarol Travi 

         

         

         

 
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Quarta-Feira, 20 de maio de 2015

Claude Troisgros

 
Sem reservas: “Cozinheiro é uma profissão, chef é um cargo”

Prestes a abrir seu nono restaurante, Claude Troisgros fala sobre preços e serviços nos estabelecimentos do Rio, as batidas da vigilância sanitária e critica o Guia Michelin.

Dono de um império com mais de vinte casas espalhadas pelo mundo, o chef francês Alain Ducasse é categórico ao ser questionado sobre quem cozinha quando ele não está no restaurante: “As mesmas pessoas que cozinham quando eu estou”. De certa forma, algo semelhante acontece agora com Claude Troisgros. Radicado no Rio desde 1979, ano em que começou a trabalhar ao lado de Gaston Lenôtre no Le Pré Catelan, ele já não veste mais o avental com tanta frequência. Há dez anos na TV, o cozinheiro de 59 anos tornou-se um astro dos programas de culinária, o que impulsionou o crescimento do seu grupo, hoje com oito casas e 414 funcionários. Tendo como pilar de sua filosofia o Olympe, endereço de alta gastronomia no Jardim Botânico, ele criou estabelecimentos mais acessíveis, incluindo uma rede de hamburguerias com o DNA Troisgros, justamente para atender o público que conquistou na televisão.

A próxima investida, um segundo endereço da CT Boucherie, especializada em carnes, abre as portas em maio na Barra. Em meio a ajustes na decoração da casa e aos preparativos de um novo programa — ele começa em maio um reality show com adolescentes na cozinha —, Troisgros falou a Veja Rio sobre o cenário gastronômico carioca. Não economizou na pimenta ao discorrer sobre o Guia Michelin e as blitze da vigilância sanitária nos restaurantes. Confira as opiniões do cozinheiro na entrevista ao lado.

Guia Michelin

“Eles colocaram o Brasil muito para baixo. Fiquei indignado. Na opinião deles, não temos nenhum três-estrelas? E apenas um restaurante com duas estrelas? Já estive em três¬estrelas franceses que ficam aquém de restaurantes nossos do primeiro time. Fora que eles ignoraram a Kátia (Barbosa, do Aconchego Carioca), o Pedro (de Artagão, do Irajá), a Osteria (Dell’Angolo). Achei a avaliação deles completamente equivocada.”

Blitze nos restaurantes

“Eles estão completamente despreparados para fazer as vistorias. Outro dia, um cozinheiro estava picando cebola e fui multado porque o pote onde ele estava colocando o ingrediente não estava etiquetado. Aquilo estava sendo manipulado, iria direto para o fogão, como pode? Fora o sensacionalismo. Eles escolhem os restaurantes mais famosos e já chegam com a câmera na mão para divulgar depois nos jornais. Quero ver ir ao boteco da esquina.”

Prejuízos

“Quando fechei o 66 Bistrô na Barra, eu perdi muita grana, quase tudo o que eu tinha. Mas não teve jeito. Já tinha chegado àquele ponto de colocar música ao vivo, como os concorrentes faziam, e, pior, começamos a trocar azeite por óleo, manteiga por margarina, tudo na tentativa de abaixar os custos. A casa não durou mais do que um ano, mas foi um grande aprendizado. Se acho que não vai dar certo na largada, melhor nem largar.”

Modismos

“Eu fui criado dentro de um modismo que foi a nouvelle cuisine, e acho que qualquer modismo faz nossa profissão evoluir. O problema é que as pessoas aderem a essas novidades para ganhar dinheiro. Acontece justamente o contrário. Elas só vão perder dinheiro enquanto o intuito principal for esse.”

Profissão

“A maior dificuldade dos restaurantes hoje é manter a regularidade, seja no serviço, seja na cozinha. Isso acontece porque é muito complicado encontrar mão de obra preparada para tocar uma casa. As pessoas saem da escola achando que são chefs já e que podem abrir um restaurante com o dinheiro do papai. Cozinheiro é uma profissão, chef é um cargo.”

Criação

“Um prato começa pelo produto, algo que você experimentou em um restaurante, uma feira, uma viagem. É só colocar na boca que a cabeça já começa a funcionar, misturando ingredientes, pensando em possibilidades de preparo. Mas teve muito prato que criei na minha cabeça, e que ficou só lá. Quando coloquei em prática, ficou uma m...”

Televisão


“A partir do momento em que o diretor fala ‘gravando’, as pessoas tendem a assumir outra personalidade. No caso dos programas de culinária, muitas vezes encarando aquele papel do chef durão. Eu não tenho isso, faço justamente o contrário, choro baldes, me emociono mesmo. Talvez seja por isso que estou no ar há dez anos.”

Glamour

“Muitos jovens entram na escola de gastronomia achando que a vida de chef é um programa de TV. Mas para cada episódio daqueles, de vinte minutos, gravamos mais de vinte horas. Numa cozinha de verdade é igual. Você trabalha muitas horas, num calor incessante, com panelas pesadas, fora do horário dos amigos e da namorada. Se não for apaixonado por isso, não dura ali dentro. A seleção é natural.”

Coerência


“O que faz o sucesso de um restaurante é definir bem o conceito. Não tem coisa pior no mundo do que aquela churrascaria que serve sushi. Quando você foge da sua proposta, só para alcançar mais gente, a probabilidade de dar errado é enorme.”

Administração

“Muita gente abre restaurante achando que é só saber cozinhar. Conhece aquele cara que ganhou dinheiro na bolsa e faz um ótimo filé-mignon para os amigos? Esse é o tipo clássico que vai abrir e fechar rápido. Tem algo fundamental aí no meio: administração. É crucial conseguir comprar o melhor produto, pelo melhor preço, e saber como usá-lo. Costumo dizer que nosso lucro está no lixo. Tudo o que a gente joga fora poderia virar algo para comer e vender.”

Serviço

“Melhorou muito no Rio nos últimos anos. Nunca vai ser um serviço paulista, até porque aquele maître metido a besta e aquele sommelier pretensioso desfilando pelo salão não combinam com a informalidade dos cariocas.“

Preços

“São muito altos no Brasil, sim, ainda mais quando comparamos com os do exterior. Mas esse é um negócio que está bem menos rentável. Se antes o lucro era de 12% a 15%, hoje gira em torno dos 8%. No mês passado, por exemplo, tive casa que deu 4% apenas. Está tudo aumentando, dos insumos à energia. Nunca passei um aperto tão grande nos meus restaurantes.”

Fonte: Revista Veja Rio
         

         

         

         

         

 
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Quarta-Feira, 08 de abril de 2015

Adieu Berthe - por Cesar Mateus

 
 Depois de um período quando fui mandado para Sibéria por motivos ocultos (une saison en enfer, diriam alguns) eis que volto para comentar de modo selvagem sobre a França, o Ser e as Coisas. Agradeço todas as manifestações (uma) que exigiam minha volta a esse nobre espaço do mundo virtual (na verdade foi um primo de quarto grau que eu subornei, detalhes apenas). Assim nada como começar uma nova série por um tema que agrada a tantos: a Morte.



 



Adieu Berthe

Começamos pelo começo, Berthe morreu e ela era avó do protagonista o qual se vê na missão de dar a falecida um funeral decente. Nada demais. O problema que Armand (Denis Podalydés, o tal neto desnaturado), como eu poderia dizer, não é gente séria. Convenhamos, ninguém que anda em um patinete motorizado pode sequer delirar com tal adjetivo e para piorar ele é mágico amador e aqui é necessário um novo parágrafo.

Cesar Mateus
         

 
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