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Quarta-Feira, 16 de setembro de 2015

Parceria de Sabores

 
Na útima sexta-feira, dia 11, o Chef Tiago Daltoe, do blog Punto Menos, deixou muita gente com água na boca na Escola de Gastronomia Sal a gosto

Com muita descontração, ele foi além de uma simples aula de gastronomia, ele mostrou sua criatividade e paixão pela culinária à todos os alunos.

Tiago proporcionou mais do que receitas e truques na cozinha, ele propiciou a experiência incrível de sabores e aromas nos pratos preparados, que no final todos puderam saborear.

Gostou? Então aguarde, porque no ano que vem tem mais Tiago x  Aliança Francesa x Sal a gosto, uma parceria que rende bons momentos!


Quer ver mais receitas do Tiago? Olha no blog do Punto Menos todas as experiências dele na cozinha.


Confira as fotos!
         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

 
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Quarta-Feira, 09 de setembro de 2015

Scène Provençale Por Claudete Travi

 
Após Cours Saleya, Calanques, Moustiers Sainte-Marie e La Provence et ses Parfums, nossa aluna Claudete Travi do B1.5 encerra hoje seus posts sobre sua viagem na região administrativa da Provence - Alpes - Côte d'Azur, no sudeste da França falando sobre a Scène Provençale.


Voir le monde et partager de ses différentes manifestations est l’un des plaisirs du bien vivre. Donc, ne pas être pressé, s’arrêter, observer, percevoir, sentir et vivre chaque instant de la vie peut rendre des jours, toujours, un arc-en-ciel. Parfois, à retenir notre attention sur quelque chose apparemment simple et sans prétention nous découvrirons de nouvelles choses, inattendues et étonnamment délicates. Voilà ce qui peut arriver quand ou connaît in loco les crèches provençales et l'environnement qui les inspirent.

À flâner par les villages provençales chaque détail surprend. Mais à Fontaine-de-Vaucluse (source de vallée close), petit village qui donne son nom au département du Vaucluse, nous avons une autre possibilité de mettre en pratique l'art du bien vivre. Au chemin du village il y a une rivière des eaux cristallines appelée Sorgue qui est la plus grande source souterraine de la France, au pied d'une falaise de 230 mètres de haut. Du centre ville il est possible l’aller à la source par la côte de la rivière des eaux claires, au point de voir toutes les roches et la végétation au fond, un vrai mirroir d'eau. Et à gauche il y a des dizaines de petits restaurants, cafés et boutiques d'artisanat. Il y a aussi le musée des santons, l'usine de verre soufflé et de papier fait à la main des techniques du XVe siècle et des bâtiments historiques. Un bref parcours qui peut être fait en 10 minutes, mais sans doute ce sera nécessaire des heures.

Un torrent de crèches attire l'attention dans les rues. Et ce n’est pas par hasard que dans les villes de Fontaine-de-Vaucluse, Marseille et Aubagne il y a les plus grandes foires de crèches provençales de la France en octobre, novembre et décembre. Il y a des centaines de santons exposés dans les vitrines, dont leur taille varie de 1 à 20 centimètres, mais les plus traditionnels ont la taille d'une pouce. Ils ont commencé à être faits après la Révolution Française avec de la pâte de pain, du papier mâché, de la terre et de la cire et aujourd’hui en terre cuite.

La richesse des détails et la perfection des statues, a fait que d'autres personnages du village provençal et leurs ses anciens métiers ont été ajoutés. Les santons, se distinguent par la vérité de leurs corps et de leur visage, par la peinture et les détails de vêtements en textiles pour les plus grands. Ils sont de vrais œuvres d'art, des pièces uniques, où à chaque figure rayonne la tendresse, l’émotion, la délicatesse dans des scènes variées de la pure poésie!



Cena Provençal 

Conhecer o mundo e partilhar de suas diferentes manifestações é um dos prazeres do bem viver. Por isso, não ter pressa, parar, observar, perceber, sentir e vivenciar cada instante da vida pode fazer dos dias verdadeiros arco-íris. Às vezes, ao retermos nossa atenção em algo aparentemente simples e despretensioso descobriremos coisas novas, inesperadas e delicadamente surpreendentes. É isso que pode acontecer ao conhecer in loco os presépios provençais e o meio que os inspiram.

Ao flanar pelas vilas provençais cada detalhe surpreende. Em Fontaine-de-Vaucluse (fonte do vale fechado), pequena vila que dá nome ao departamento de Vaucluse, temos a possibilidade de colocar em prática mais uma vez a arte do bem viver. Ao caminho da vila há um rio de águas cristalinas chamado Sorgue que serpenteia a estrada. Ele tem a maior nascente subterrânea da França ao pé de uma falésia de 230 metros. A partir do centrinho dá para seguir pela beira até a nascente deliciando-se à direita com suas águas transparentes ao ponto de ver todas as pedras e vegetação do fundo, um verdadeiro espelho d'água. E à esquerda há dezenas de pequenos restaurantes, cafés, lojas de artesanato. Também há o museu dos santons, as fábricas de cristal soprado e de papel feito à mão com tecnologia do século XV e prédios históricos. Um percurso curto que pode ser feito em 10 minutos, mas sem dúvidas este levará horas.

Uma torrente de presépios chama a atenção ao longo das ruelas. E não é por acaso, pois Fontaine-de-Vaucluse junto com Marselha e Aubagne realizam as maiores feiras de presépios provençais da França nos meses de outubro, novembro e dezembro. Há centenas de santons expostos nas vitrines. Seu tamanho varia de 1 a 20 centímetros, mas os tradicionais têm o tamanho de um polegar. Eles começaram a ser feitos após a Revolução Francesa com massa de pão, papel machê, terra e cera até chegar aos atuais feito de terracota. A riqueza dos detalhes e sua perfeição fez com que outras estatuetas, além da cena da Natividade surgissem como as personagens que fazem parte da aldeia provençal e seus antigos ofícios. Nos santons, se destacam a veracidade dos traços corporais e faciais, a pintura e a minúcia das vestes têxteis nos maiores. São verdadeiras obras de arte, peças únicas, onde cada figura irradia delicadeza, emoção e ternura em variadas cenas de pura poesia.


         

         

         

         

 
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Quinta-Feira, 03 de setembro de 2015

Le Projet Haussmanhattan

 
 O fotógrafo e arquiteto francês, Luis Fernandes, resolveu unir o seu encanto e talento em um mesmo projeto. O gosto por construções antigas juntamente com a manipulação fotográfica resultou no projeto “Haussmanhattan”, uma série de fotomontagens que revelam a beleza arquitetônica e os contrastes de duas importantes cidades, Nova York e Paris, durante o início do século XX.

As construções de cada cidade refletem o estilo de vida e a cultura de cada região. Enquanto em Nova York podemos visualizar milhares de arranha-céus, olhamos para Paris e nos deparamos apenas com a arquitetura clássica. Mas por pouco tempo, pois há 42 anos banidos, recentemente a capital francesa aprovou a construção de um novo arranha-céu, o Tour Triangle, que terá 180 metros de altura e pode ser o início de uma mudança no cenário da metrópole parisiense.


         

         

         

         

         

         

 
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Quarta-Feira, 26 de agosto de 2015

Le film Le Petit Prince por Alana Bof

 
O Pequeno Príncipe, a obra que em menos de 100 páginas encantou o mundo pela maneira simples e lúdica com que o autor apresenta assuntos complexos e filosóficos, ganhou recentemente um novo filme. É a segunda vez que o personagem mais popular de Saint-Exupéry vai parar nas telas do cinema. A primeira foi em 1974, em forma de musical. Agora, no ano em que a obra virou domínio público, a história ganhou outra versão para o cinema, no formato de animação.

Ao assistir o trailer do filme, imaginei que a presença da história paralela de uma menina poderia prejudicar a narrativa tão bem construída por Saint-Exupéry.

Na animação, esta menina tem uma vida completamente regrada por horários e metas e sua mãe tem um cronograma com todo o projeto de vida da criança. Para conseguir uma vaga na melhor escola da cidade, ela precisa mudar de casa. E é graças a essa mudança que ela conhece um senhor, seu vizinho, muito diferente das pessoas com as quais ela está acostumada a conviver. Uma mistura de sonhador e hippie, um tanto quanto acumulador. Acredito que esse personagem seja uma referência ou homenagem ao próprio Saint-Exupéry, considerando a paixão pela aviação, semelhança marcante entre o personagem e o escritor. É este senhor que apresenta, por meio de um avião de papel, a história do pequeno príncipe para a criança. E a partir desse momento, o filme começa a intercalar em sua narrativa as história do príncipe e da menina.

Ao contrário do que imaginei, a inserção de uma história paralela valorizou ainda mais o conto do Pequeno Príncipe.

Apesar de ser vendido como um filme para crianças, especialmente por ser uma animação, a produção traz as mesmas reflexões profundas do livro, a essência da filosofia de Exupéry, estimula reflexões e faz críticas sutis à sociedade. Ao mesmo tempo, a utilização do stop motion para retratar a história do príncipe traz leveza à produção, e a linguagem simples permite a compreensão infantil.

Em suma, o filme é imperdível, tanto para aqueles que já são fãs do menino aventureiro dono de um planeta, quanto para os que (ainda) não leram o livro. E para os estudantes de francês, é mais imprescindível ainda, já que o áudio original é no idioma nativo do autor dessa obra tão célebre da literatura francesa.
         

         

         

 
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