Página Inicial Institucional Cursos Exames Blog Links Contato
 
 
Aliança Francesa Caxias do Sul
 
     

Blog

   
  » ARQUIVO
  » Abril
  » Fevereiro
  » 2016
  » 2015
  » 2014
  » 2013
  » 2012
  » 2011
  » 2010
  » 2009
   
  » MARCADORES
  » AF
  » Animação
  » Anniversaire
  » Arquitetura
  » Artes
  » Automobilismo
  » Beleza
  » Biografia
  » Capacitação
  » Carros
  » Ce que j'ai vu en France
  » Cesar Mateus
  » Ciência
  » Cinema
  » Claudete Travi
  » Confraternização
  » Culinária
  » Cultura
  » Curiosidades
  » Dança
  » Design
  » Dicas
  » Entrevista
  » Escultura
  » Esportes
  » Evento
  » Fenêtres Ouvertes
  » Fotos
  » Frisson em Paris
  » Frisson em Paris 2012
  » História
  » HQ
  » Ilustrações
  » Imprensa
  » Intercâmbio
  » La première fois que j’ai vu...
  » Literatura
  » Marília Galvão
  » Meio ambiente
  » Moda
  » Música
  » Pintores
  » Plume d'Or
  » Polêmica
  » Política
  » Promoções
  » Publicidade
  » Resenha
  » Revista
  » Solidariedade
  » Teatro
  » Trabalhos de aula
  » Turismo
  » TV
  » Viagem
  » Vídeo
  » Visitas
 
 
Quarta-Feira, 25 de maio de 2016

Lacoste

 
Sempre com um pequeno “Crocodile vert” no peito, as camisas pólos LACOSTE se tornaram um verdadeiro ícone clássico nos ambientes mais refinados do mundo, um símbolo de elegância e qualidade. Das quadras de tênis para o mundo, a marca francesa é um símbolo de classe há mais de sete décadas oferecendo roupas e acessórios para pessoas de bom gosto e estilo. Uma marca que consegue a proeza de agradar ao público nas mais diferentes regiões do planeta.

Tudo começou em 1927 com o francês Jean René Lacoste, nascido a 2 de Julho de 1904, brilhante tenista francês e o principal responsável pela primeira vitória da França na Taça Davis. René colecionou títulos nos famosos torneios de Roland Garros, Wimbledon e Forrest Hills. No total arrecadou sete vitórias em torneios do Grand Slam e foi o tenista número 1 mundial em 1926 e 1927.

Durante estas competições ele foi apelidado de “Le Crocodile” após ter feito uma aposta com o capitão da equipe de tênis da França para Copa Davis. O técnico prometeu oferecer-lhe uma mala de crocodilo caso ele ganhasse um jogo importante para a sua equipe. O fim do campeonato trouxe duas vitórias para o tenista: arrebatou a taça dos americanos, vencendo o lendário Bill Tilden, e provou que sua trajetória de sucesso iria muito além das quadras. O público americano rapidamente adotou o apelido, que representava a tenacidade e a agressividade que René demonstrou nas quadras de tênis, se movendo freneticamente em ziguezague e perseguindo sua presa sem cansar.

O amigo Robert George desenhou então para René um crocodilo que foi bordado na camisa que ele usava nas quadras de jogo. A camisa, em algodão com malha arejada e confortável, que absorvia perfeitamente a transpiração em climas mais quentes, tinha mangas curtas com gola e pequenos botões que iam do pescoço ao peito, e, era usada juntamente com um blazer azul-marinho, também desenhado por ele e com o símbolo do crocodilo. O uniforme inusitado apareceu pela primeira vez no Torneio Aberto dos Estados Unidos.

Poucos anos depois, aos 25 anos, ele abandonou as quadras por causa de uma tuberculose e dedicou-se totalmente a uma idéia genial: fazer confortáveis camisas de malha para a prática do tênis e carimbá-las com o bichano que um dia deu a ele muita sorte.

Em 1933, juntamente com André Gillier, proprietário de uma das maiores empresas francesas de malhas, ele fundou a "La Chemise Lacoste" para produzir e comercializar a camisa pólo bordada com o logotipo que tinha criado para seu uso pessoal nas quadras de tênis, bem como certo número de outros modelos de camisas concebidas para a prática do tênis, golfe e esportes marítimos, como o iatismo.

Foi a primeira vez que uma marca estampou sua etiqueta do lado de fora da roupa, tornando o logotipo visível. Uma idéia que prosperou desde então.

Essa primeira camisa foi batizada de LACOSTE L.12.12
L representa LACOSTE, 1 é uma referência ao tecido original de algodão petit piquê, 2 significa a manga curta e o segundo 12 se relaciona com o número de protótipos que tiveram que ser produzidos até René ficar satisfeito com o resultado, dando uma perspectiva única sobre o sentido de perfeccionismo e abordagem de transmissão do desenho do campeão.

A camisa era confeccionada em um tecido leve e fresco, que proporcionava mais conforto e resistência. A primeira camisa LACOSTE era branca, ligeiramente mais curta que as atuais, de mangas curtas, com colarinho de bordos cortados, confeccionada em um tecido emblemático, jérsei de piquê miúdo, e um crocodilo verde bordado na altura do coração.

A camisa LACOSTE constituiu imediatamente uma revolução junto aos jogadores de tênis da época pois o sucesso tornou-se mundial pelo conforto e frescor que elas proporcionavam aos atletas, os quais vestiam durante os jogos, nessa altura, incômodas camisas de estilo clássico, em tecido tramado com duas teias, de mangas compridas, que em nada ajudavam à sua performance, mobilidade e resistência física, por falta de ventilação do corpo.

Imediatamente, a marca virou um uniforme nas quadras francesas, e René, o garoto-propaganda perfeito.

Rapidamente as camisas pólo da marca desbancaram as tradicionais camisas de colarinho duro, vendendo aproximadamente 300 mil unidades só em 1939.

O que havia de tão revolucionário na camisa?

A qualidade da malha que era leve, flexível, ventilada e também seu desenho inovador. O algodão, proveniente do Egito, dos Estados Unidos e do Peru, o processo de elaboração do fio e a exigência de qualidade da fibra mostravam um pouco da importância do produto. Nesta época a empresa investiu no progresso e crescimento das vendas junto ao consumidor.

Durante um bom tempo, ele só produziu camisas brancas, com um catálogo direcionado exclusivamente para tênis, golfe e iatismo. Mas, com o início da Segunda Guerra Mundial, a empresa interrompeu a produção, retomando suas vendas ao mercado somente em 1946.

As exportações começaram em 1951 para a Itália, assim como a comercialização das versões coloridas das tradicionais camisas pólos. Celebridades adotaram a nova moda. Audrey Hepburn eternizou a dobradinha com calça capri. Jackie Kennedy usava dentro e fora das quadras. No ano seguinte a marca ingressou no enorme mercado americano com o início da exportação de seus produtos para o país. Em 1959, foi criada a coleção infantil e no ano seguinte as coleções de bermudas e polos listradas.

René revolucionou o mercado do tênis novamente ao inventar em 1963 as raquetes feitas de aço tubular, muito superior às produzidas em madeira, extremamente pesadas. As raquetes eram distribuídas pela marca esportiva Wilson nos Estados Unidos. Este modelo de raquete ganhou 46 títulos em torneios do Grand Slam entre 1966 e 1978.

A partir dos anos 70, o crocodilo da LACOSTE estendeu-se a inúmeras peças, tanto no vestuário feminino como no masculino, além de acessórios, calçados e até perfumes. Somente em 1978 os produtos da marca começaram a ser distribuídos no Brasil e em 1981 a empresa inaugurou a
primeira Boutique LACOSTE do mundo, localizada na badalada Avenida Victor Hugo em Paris.

Mas foi também nesta década que a marca francesa começou a perder participação de mercado: os clientes fiéis, principalmente pessoas ligadas aos esportes, estavam envelhecendo e a nova geração não encontrava atrativos nos modelos básicos oferecidos pela marca. Nas quadras, o crocodilo perdeu terreno para outras grifes que patrocinavam maciçamente atletas de grande destaque.

Na década de 90, a empresa iniciou uma expansão e modernização da sua rede de lojas, inaugurando em 1994 a primeira unidade na China; no ano seguinte as primeiras lojas nos Estados Unidos, localizadas nas badaladas Palm Beach e Bal Harbour, no estado da Flórida; além de lojas em Moscou e Nova York. Mas, foi também a partir desta década que a popularidade da marca LACOSTE entrou definitivamente em queda, até que o estilista francês Christophe Lemaire assumiu a direção criativa da marca em 2000. Rapidamente ele implantou uma nova filosofia e modernizou a imagem da marca, deu um tom mais jovial, contudo sem perder a elegância e a identidade criada por René Lacoste. Suas famosas e clássicas camisas pólo ganharam novas cores, a modelagem ficou mais estreita, mais justa e curta, ganhando até modelo estonado.
Nesta época surgiram também outros itens: novas coleção para crianças e mulheres, calçados, novos e deliciosos perfumes, óculos, roupa íntima masculina, malas, sacolas, bolsas, mini vestidos e até uma coleção de cama, mesa e banho.

Outra atitude importante foi a contratação de atletas renomados para serem embaixadores da marca pelo mundo como o tenista Andy Roddick, a golfista mexicana Lorena Ochoa e o golfista espanhol Jose-Maria Olazabal, além de patrocinar torneios importantes como o Aberto da Austrália (tênis) e várias etapas do circuito de golfe profissional.

O custo da famosa pólo LACOSTE se difere das demais marcas do segmento, mas segundo a marca, deve-se principalmente ao processo de fabricação, onde são usados mais de 20 Km de fio de algodão por cada pólo e o tingimento leva mais de 12 horas para ser completado. Estes processos fazem com que a pólo seja quase a prova de tudo.

Foi por tudo isso que o “Crocodilo” da LACOSTE tornou-se famoso no mundo inteiro.
         

         

         

         

         

         

         

 
Marcadores: AF, Cultura, Curiosidades, Design, Esportes, História, Moda, Publicidade
Comentários (0)
 
Quarta-Feira, 06 de abril de 2016

La Semaine de la Francophonie

 
 Em comemoração a La Semaine de la Francophonie, que aconteceu este entre os dias 16 e 23 de maço, os alunos participaram de uma atividade diferente, saíram da rotina de aula normal e criaram poesias a partir da temática “J’aime et Je n’aime pas”.

Cada turma trabalhou na construção de uma poesia coletiva com um tema que poderia ter ou não uma sincronia, com ordem determinada pelo primeiro aluno a compô-la, mas todas com o mesmo objetivo, trabalhar a escrita de forma divertida.
         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

 
Marcadores: AF, Cultura, Curiosidades, História, Trabalhos de aula
Comentários (0)
 
Quarta-Feira, 16 de setembro de 2015

Parceria de Sabores

 
Na útima sexta-feira, dia 11, o Chef Tiago Daltoe, do blog Punto Menos, deixou muita gente com água na boca na Escola de Gastronomia Sal a gosto

Com muita descontração, ele foi além de uma simples aula de gastronomia, ele mostrou sua criatividade e paixão pela culinária à todos os alunos.

Tiago proporcionou mais do que receitas e truques na cozinha, ele propiciou a experiência incrível de sabores e aromas nos pratos preparados, que no final todos puderam saborear.

Gostou? Então aguarde, porque no ano que vem tem mais Tiago x  Aliança Francesa x Sal a gosto, uma parceria que rende bons momentos!


Quer ver mais receitas do Tiago? Olha no blog do Punto Menos todas as experiências dele na cozinha.


Confira as fotos!
         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

         

 
Marcadores: AF, Culinária, Dicas, Evento, Fotos
Comentários (0)
 
Quarta-Feira, 09 de setembro de 2015

Scène Provençale Por Claudete Travi

 
Após Cours Saleya, Calanques, Moustiers Sainte-Marie e La Provence et ses Parfums, nossa aluna Claudete Travi do B1.5 encerra hoje seus posts sobre sua viagem na região administrativa da Provence - Alpes - Côte d'Azur, no sudeste da França falando sobre a Scène Provençale.


Voir le monde et partager de ses différentes manifestations est l’un des plaisirs du bien vivre. Donc, ne pas être pressé, s’arrêter, observer, percevoir, sentir et vivre chaque instant de la vie peut rendre des jours, toujours, un arc-en-ciel. Parfois, à retenir notre attention sur quelque chose apparemment simple et sans prétention nous découvrirons de nouvelles choses, inattendues et étonnamment délicates. Voilà ce qui peut arriver quand ou connaît in loco les crèches provençales et l'environnement qui les inspirent.

À flâner par les villages provençales chaque détail surprend. Mais à Fontaine-de-Vaucluse (source de vallée close), petit village qui donne son nom au département du Vaucluse, nous avons une autre possibilité de mettre en pratique l'art du bien vivre. Au chemin du village il y a une rivière des eaux cristallines appelée Sorgue qui est la plus grande source souterraine de la France, au pied d'une falaise de 230 mètres de haut. Du centre ville il est possible l’aller à la source par la côte de la rivière des eaux claires, au point de voir toutes les roches et la végétation au fond, un vrai mirroir d'eau. Et à gauche il y a des dizaines de petits restaurants, cafés et boutiques d'artisanat. Il y a aussi le musée des santons, l'usine de verre soufflé et de papier fait à la main des techniques du XVe siècle et des bâtiments historiques. Un bref parcours qui peut être fait en 10 minutes, mais sans doute ce sera nécessaire des heures.

Un torrent de crèches attire l'attention dans les rues. Et ce n’est pas par hasard que dans les villes de Fontaine-de-Vaucluse, Marseille et Aubagne il y a les plus grandes foires de crèches provençales de la France en octobre, novembre et décembre. Il y a des centaines de santons exposés dans les vitrines, dont leur taille varie de 1 à 20 centimètres, mais les plus traditionnels ont la taille d'une pouce. Ils ont commencé à être faits après la Révolution Française avec de la pâte de pain, du papier mâché, de la terre et de la cire et aujourd’hui en terre cuite.

La richesse des détails et la perfection des statues, a fait que d'autres personnages du village provençal et leurs ses anciens métiers ont été ajoutés. Les santons, se distinguent par la vérité de leurs corps et de leur visage, par la peinture et les détails de vêtements en textiles pour les plus grands. Ils sont de vrais œuvres d'art, des pièces uniques, où à chaque figure rayonne la tendresse, l’émotion, la délicatesse dans des scènes variées de la pure poésie!



Cena Provençal 

Conhecer o mundo e partilhar de suas diferentes manifestações é um dos prazeres do bem viver. Por isso, não ter pressa, parar, observar, perceber, sentir e vivenciar cada instante da vida pode fazer dos dias verdadeiros arco-íris. Às vezes, ao retermos nossa atenção em algo aparentemente simples e despretensioso descobriremos coisas novas, inesperadas e delicadamente surpreendentes. É isso que pode acontecer ao conhecer in loco os presépios provençais e o meio que os inspiram.

Ao flanar pelas vilas provençais cada detalhe surpreende. Em Fontaine-de-Vaucluse (fonte do vale fechado), pequena vila que dá nome ao departamento de Vaucluse, temos a possibilidade de colocar em prática mais uma vez a arte do bem viver. Ao caminho da vila há um rio de águas cristalinas chamado Sorgue que serpenteia a estrada. Ele tem a maior nascente subterrânea da França ao pé de uma falésia de 230 metros. A partir do centrinho dá para seguir pela beira até a nascente deliciando-se à direita com suas águas transparentes ao ponto de ver todas as pedras e vegetação do fundo, um verdadeiro espelho d'água. E à esquerda há dezenas de pequenos restaurantes, cafés, lojas de artesanato. Também há o museu dos santons, as fábricas de cristal soprado e de papel feito à mão com tecnologia do século XV e prédios históricos. Um percurso curto que pode ser feito em 10 minutos, mas sem dúvidas este levará horas.

Uma torrente de presépios chama a atenção ao longo das ruelas. E não é por acaso, pois Fontaine-de-Vaucluse junto com Marselha e Aubagne realizam as maiores feiras de presépios provençais da França nos meses de outubro, novembro e dezembro. Há centenas de santons expostos nas vitrines. Seu tamanho varia de 1 a 20 centímetros, mas os tradicionais têm o tamanho de um polegar. Eles começaram a ser feitos após a Revolução Francesa com massa de pão, papel machê, terra e cera até chegar aos atuais feito de terracota. A riqueza dos detalhes e sua perfeição fez com que outras estatuetas, além da cena da Natividade surgissem como as personagens que fazem parte da aldeia provençal e seus antigos ofícios. Nos santons, se destacam a veracidade dos traços corporais e faciais, a pintura e a minúcia das vestes têxteis nos maiores. São verdadeiras obras de arte, peças únicas, onde cada figura irradia delicadeza, emoção e ternura em variadas cenas de pura poesia.


         

         

         

         

 
Marcadores: AF, Claudete Travi, Fotos, Viagem
Comentários (0)
 
Página « 5 6 7 8 9 10 11 12 13 »
     
     
 

Parceiros

                   
 
 
  Aliança Francesa Caxias do Sul  
Facebook Twitter  
Rua Coronel Flores, 749, sala 202 - 54 3221.5212
 
 
  Desenvolvimento: WCM3 Agência Web Digital Feeling Estúdio de Criação